30 abril 2015

Resumo do mês:Abril/2015

Nesse mês de abril teve: Resenhas de livros, Musicas, fotografias e T.A.G


Começou esse mês com uma #resenha do livro "O céu está em todo lugar" tenho esse livro a um bom tempo. Mas, não lembrava de já ter lido... Foi uma grande boa surpresa literária para esse ano de 2015.


Outra grande surpresa nesse mês, de abril foi o livro "A bolsa amarela" encontrei esse livro em uma banca onde vende-se Cd's, discos e livros usados com o preço razoavelmente bom... E resolvi comprar. Ao decorrer da leitura eu pude perceber que era um livro infanto-juvenil (não desmerecendo...) cheios de sacadas e grandes ensinamentos.


No inicio desse blog eu participei de alguns #projetos fotográficos estilo "XonX" e até escrevi uma postagem sobre a minha experiência de ter participado desses projetos que intitulei de "Bloco do eu sozinho". Nesse ano, senti falta de um projeto mais fotográfico por aqui... Resolvi então, participar não somente de 1 projeto mas, sim de 2 projetos fotográficos!


O #projetoliterário 16 on 16. O tema desse mês foi " Eu escrevo porque ..." escrevi o texto "Ô, Sempre mais do mesmo...♪".

Esse mês, também teve o #projetofotográfico chamado "Registrando Domingos" que consiste em colocar aqui, registros do meu final de semana (sexta-sábado e domingo). Teve aniversário do meu avô que comemorou três vezes! seus 80 anos #festeiro teve aniversário de um amigo de estrada... e food truck cheio de guloseimas e fotos.

Esse mês teve muitas musicas também no #cançãodesegunda  escolhi três musicas preferidas da banda Expresso Rural e escrevi a história por trás da musica Conversa de Botas Batidas da banda Los Hermanos.


Esse mês teve várias boas surpresas literárias... E uma dessas, é do livro "Bisa Bia, Bisa Bel" li esse livro na biblioteca da faculdade esperando o horário do GETEP Tive uma ligação quase que "transcendental" com esse livro sou movida a histórias não resolvidas e saudades que vem do nada... Risquei a palavra saudade do meu vocabulário mas esse ano de 2015 essas "saudades" viram a tona com um turbilhão de memórias... Acredito que os livros nos encontram no momento certo. E depois de várias indicações (Ana Luísa Bussular do Blog Minha vida como ela é... e Revista da Livraria Catarinense) eu finalmente li e resenhei esse livro.

E depois de curtir bastante a #TAG que a Dell do Bonjur Circus criou resolvi para participar da TAG sobre as 33 coisas aleatórias sobre mim.


27 abril 2015

Conversa de Botas Batidas - Los Hermanos


Sempre amei essa música, mas nunca soube seu significado real. Até hoje. Navegando nas páginas desse mundo virtual me dei de cara com o que de fato inspirou Marcelo Camelo a compor Conversa de Botas Batidas.

Em 25 de setembro de 2002, desabou um prédio no Rio de Janeiro.Ao ouvirem os sons dos estalos, funcionários e hospedes saíram do prédio, devido a isso evitaram muitas mortes.Quando o porteiro do prédio estava saindo, lembrou de um certo casal que ocupava um dos quartos. Ele disse que interfonou e chegou a ir lá e bater na porta, mas como não houve resposta, saiu. Não se sabe se eles não quiseram abrir para fugir do flagrante ou sabiam do real motivo e resolveram morrer juntos.

Dias depois foram encontrados os dois corpos, nus e abraçados nos escombros do que seria uma cama. Ela era uma bancária(47 anos) e ele, professor(71 anos). Viviam um romance secreto, por isso a família do professor não queria que fosse divulgado seu nome, a fim de preservar sua imagem. O nome do hotel era Linda do Rosário. A estrela é citada no final da música se dirige a uma enorme estrela que existia no topo do prédio.

“Uma divagação sobre uma situação real. Um senhor e uma senhora morreram num desabamento aqui no Rio, e eles eram amantes. A música é como se fosse uma conversa deles antes de o prédio desabar.”
                                                                                                                                                                                                                                                                  Marcelo Camelo. 
Agora sabendo da real história da música, será impossível ouvi-la sem se emocionar. Camelo conseguiu transformar uma notícia trágica, numa linda história de amor:





"Veja você, quando é que tudo foi desabar
A gente corre pra se esconder
E se amar, se amar até o fim
Sem saber que o fim já vai chegar"
"Deixa o moço bater 
Que eu cansei da nossa fuga
Já não vejo motivos
Pra um amor de tantas rugas
Não ter o seu lugar"

"Diz quem é maior que o amor?
Me abraça forte agora, que é chegada a nossa hora
Vem, vamos além."



26 abril 2015

33 coisas aleatórias sobre mim.

Tag´s é aquele tipo de postagem de quando a gente tá sem ideia do que escrever - A não ser sobre: música, livro e fotografia.- Então, para não deixar o blog "às moscas" nem emendar com uma resenha que eu acabei de ler), aqui vai uma TAG divertida que eu vi no blog da Ana Luísa e da pela Del no blog Bonjour Circus "com perguntas pessoais não tão óbvias quanto essas listas de perguntas que sempre circulam por aí"...


Diga trinta e três.

1. Porque você costumava levar bronca quando criança?

Na maioria das Vezes era por causa das notas baixas na escola... É, lembro das broncas até os dias de hoje. E nas outras vezes, era porque eu tinha uma péssima mania de roer as unhas e minha mãe era manicure e trabalhava em um salão de beleza #esporro-em-dobro.




2. Quando foi a última vez que você saiu sem rumo?

Na quarta-feira passada fui ao shopping depois da faculdade vale???

3. Três objetivos para o seu futuro...
  1. Me formar. Sei que isso só lá por meados de 2016, se a sorte e as minhas notas me deixarem. 
  2. Viajar. Pra Páris, aquela cidade mais romântica do universo , de preferência.
  3. Trabalhar como Psicóloga.
4. O que você encontraria se abrisse a geladeira nesse exato momento?

Água, verdura, queijo... e um copo de gemada que eu acabei de fazer.

5. Qual tecnologia ocupa mais seu tempo?

Celular sem duvidas! aquele "trequinho" é TUDO tem música, fotografia, internet...


6. Uma coisa usada que você comprou...

A ultima coisa que comprei usada foi um livro A bolsa amarela em uma banquinha de CDs e livros usados em um pracinha do centro da cidade. Até fiz resenha desse livro.

7. Qual a primeira coisa que você faz ao acordar?

Abro os olhos... HAHAHA Procuro o celular na cama para desligar o despertador e depois me levanto.

8. Do que você precisa nesse exato momento?

Pintar o cabelo. Sério, ele esta desbotado por causa da cor que uso vermelho cereja.

9. Qual foi a última coisa que você leu, ouviu ou assistiu que te inspirou?

Assisti o filme "Deus Não Esta Morto" depois de receber varias indicações e o filme TODO tem grandes lições de vida e principalmente tem uma frase que tenho como um mantra.

10. Um souvenir que você comprou ou ganhou...

Uma mini-caneca que eu ganhei da minha mãe.

11. O que te deixa estressada?

Sou muito ansiosa e isso pode parecer que eu vivo estressada... Mas, eu fico estressada com pessoas sem educação e grosseiras

12. Já morou em outro país além do Brasil?

Não.

13. Você tem tatuagem?

Não. Tenho vontade de tatuar algumas frases e imagens e até pesquisei algumas idéias mas, morro de medo de me arrepender

14. Qual foi a última coisa que você pesquisou no Google? 

Teste Psicológico para Transtorno de Ansiedade para um trabalho da faculdade

15. Qual sua maneira de ser egoísta? 

Penso em mim primeiro. Depois o resto...

16. O que demora demais? 

 Eu, tudo em mim é demorado...

17. A última vez que você ficou acordada a noite toda... 

No Reweiom do ano passado.

18. Qual comida que todo mundo ama mas você odeia? 

Amo frutas. Mas, não gosto da mistura de frutas chamada de "salada de frutas" criei trauma depois do ultimo trabalho que tive...


19. O que você está vestindo agora? O que essa roupa diz sobre você? 

Calça de moletom e camiseta. "Roupa de mendiga" porém, confortável para andar em casa.


20. Já fez amigos ou se apaixonou por alguém que você conheceu pela internet?

É.... Acho que as relações virtuais andam tão precárias quanto a vida real #infelizmente.

21. O que te faz perder o sono durante a noite?

Sou ansiosa. Se tenho algo importante para fazer no dia seguinte não consigo pegar no sono

22. Qual foi a primeira coisa que você comprou com o seu dinheiro?

Urso de pelúcia gigante (Três!)

23. O que tem na sua prateleira?

Livros, Cds e brinquedinhos do MAC rs

24. Como você se acalma depois de um dia estressante?

Ouço música.


25. Escreva sobre algo que você quebrou...

Copo de vidros Eu lavando louça é um desastre toda semana estilhaço uu(s) HAHAHA

26. O que você mais gosta de comer no café da manhã?

Só toma café com leite com uma colher de açúcar e de vez em quando uma pão ou bolacha.

27. Como quer que sua vida de aposentada seja?

Morando em uma casa confortável na beira da praia... 

28. O que você leva em consideração ao votar num partido político?

Ando desacreditada com a politica ultimamente... Não acho que o meu voto mudaria alguma coisa.


29. A religião é um fator importante na sua vida? Por quê?

Sim, sou católica (batismo, primeira comunhão...). Tenho uma "marquinha" cristã muito importante na minha vida.

30. Como está sua casa agora, limpa ou suja?

Limpíssima! Cada dia damos uma "geral " em uma parte da casa... Mantendo ela organizada e principalmente LIMPA.

31. Você não economiza quando o assunto é...

Livros, CDs, comida... Sou péssima em guardar dinheiro.

32. Você separa o lixo para reciclagem?

Não.

33. Sua sobremesa favorita? 

Qualquer uma que tenha MUITO chocolate!


22 abril 2015

Resenha do livro: Bisa Bia, Bisa Bel








Bisa Bia, Bisa Bel
Ilustrador: Mariana Newlands
Editora: Salamandra
80 páginas

Sinopse: A menina Bel encontra um dia uma foto de sua bisavó Bel, entre as coisas de sua mãe. A partir daí, ela inicia uma relação de muitas descobertas com essa pessoa tão importante na vida de sua família e na da própria. Até que surge uma menina inesperada. Uma relação de amizade e troca, capaz de emocionar a todos.

Três gerações encontram-se com sensibilidade e poesia nesta verdadeira obra-prima de Ana Maria Machado.

O livro Bisa Bia, Bisa Bel foi publicado originalmente em 1982, e desde então foram mais de 500 mil exemplares vendidos, além de um rol de prêmios, entre eles o Maioridade Crefisul (1981), o Bienal São Paulo de melhor livro infantil do biênio (1984) e o merecido lugar na Lista de Honra do IBBY (1984). 

Tive uma ligação quase que "transcendental" com esse livro sou movida a histórias não resolvidas e saudades que vem do nada... Risquei a palavra saudade do meu vocabulário mas esse ano de 2015 essas "saudades" viram a tona com um turbilhão de memórias... Acredito que os livros nos encontram no momento certo. E depois de várias indicações (Ana Luísa Bussular do Blog Minha vida como ela é... e Revista da Livraria Catarinense) encontrei essa edição na biblioteca da faculdade na qual dividimos com uma escola...
Morrendo literalmente de amores...
Durante uma das arrumações de sua mãe, Isabel toma contato com o passado, por meio dos objetos e fotografias que as duas encontram numa antiga caixinha de madeira. Uma das fotos era da mãe, o que já inquieta bastante a menina.
“Eu olhava para minha mãe e para o retrato da menina, achava meio gozado aquilo, minha mãe criança, brincando no galho de um camelo, pensando em balão d’água. E era meio esquisito, ela grande ali na minha frente, sentada no chão, explicando as coisas” (p. 8).
Mas as coisas se complicam mesmo quando ela se depara com o retrato de sua bisavó, Beatriz. Para surpresa de Isabel, ao tentar colocar a foto no bolso, ela começa a ouvir uma voz – este foi o começo das longas conversas que teria com Bisa Bia, que passaria então a acompanhar a menina na escola e nas brincadeiras, sempre dando conselhos e opiniões, e deixando-a às vezes em situações embaraçosas com os colegas. Mas, afinal,
“Como é que eu podia explicar (…) que Bisa Bia estava existindo agora para mim?”
A história é contada pela própria Isabel, em primeira pessoa, num tom espontâneo que reproduz bem o fluxo do pensamento da protagonista, com leveza e alguns toques de humor, mas com uma delicadeza e ingenuidade capaz de levar às lágrimas o leitor mais sensível. A curiosidade e o estranhamento marcam os títulos dos capítulos – “Pastel bochechuda”, “Tatuagem transparente”, “Trança de gente” – e nos fazem tentar antecipar os acontecimentos.


Bisa Bia, a voz da tradição e de um outro modelo de feminilidade, não apreciava as brincadeiras “de menino” de Isabel, que não eram coisa de mocinha bonita e bem-comportada. Mas, apesar das censuras, o contato com Bisa Bia faz com que a menina conheça coisas de um tempo que já passou – toucador, baba-de-moça –, e a autora faz dessas pequenas descobertas um elemento interessante que apela para a curiosidade e passa longe de um aprendizado puro e simples. Contrapondo-se a Bisa Bia, surge então, num momento-chave para a personagem, Neta Beta, uma outra voz que começa a se intrometer nas conversas apresentando um ponto de vista bastante diferente.

As duas vozes, de Bisa Bia e Neta Beta, acabam fazendo com que Isabel encontre um meio-termo entre as duas maneiras de ser menina e mulher. Nas palavras dela,
“Impossível saber sempre qual o palpite melhor. Mesmo quando eu acho que minha bisneta é que está certa, às vezes meu coração ainda quer-porque-quer fazer as coisas que minha bisavó palpita, cutum-cutum-cutum, com ele… Mas também tem horas em que, apesar de saber que é tão mais fácil seguir os conselhos de Bisa Bia, e que nesse caso todos vão ficar tão contentes com o meu bom comportamento de mocinha, tenho uma gana lá de dentro me empurrando para seguir Neta Beta, lutar com o mundo, mesmo sabendo que ainda vão se passar muitas décadas até alguém me entender. Mas eu já estou me entendendo um pouco – e às vezes isto me basta.” (p. 53)
Este trecho é um exemplo marcante de como Ana Maria Machado encontra-se em harmonia com os sentimentos da pequena leitora, afinal a maioria das meninas, na infância, fica insegura sobre como se comportar, sobretudo diante dos meninos.

Ilustração e projeto gráfico estão em sintonia, e remetem ao próprio clima da narrativa. Suaves e delicadas, parecendo feitas a lápis, em preto de branco, remetem ao passado e à tradição, favorecendo uma apreciação reflexiva do que se vê e lê. As ilustrações, premiadas com o Jabuti em 1984, retratam cenas atuais da personagem, mas também objetos da época de sua bisavó que povoam o imaginário da menina.

O desfecho é emocionante e surpreendente, e a protagonista descobre por si mesma que as três – Isabel, Bisa Bia e Neta Beta – juntas são invencíveis.


20 abril 2015

#Canção de segunda - #07 Expresso Rural

Expresso (anteriormente Expresso Rural) é uma banda brasileira de rock rural, fundada na cidade de Florianópolis. É formada por seis músicos.Sua discografia é composta por quatro álbuns de estúdio e um ao vivo. Um dos ícones da música de Santa Catarina dos anos 80, o Grupo Expresso Rural surgiu em 1981 em Florianópolis durante o "Boom" dos festivais de músicas estudantis da época.

Fortemente inspirados em grupos como 14 Bis e Boca Livre, com pitadas do rock rural de Sá e Guarabira com a música country, o Expresso logo conquistou a cidade, e onde quer que se apresentassem eram sinônimo de casa cheia.Faziam parte da banda naquela época Daniel Lucena (voz), Volnei Varaschim (guitarra), Zeca Petry (violões), Paulo Back (baixo), Marcos Ghiorzi (bateria), contando com o apoio nos sopros de Tairone Mandeli e Sérgio Bassit. O grupo se auto denominava Expresso Rural, ganhando logo o reconhecimento da mídia, principalmente pela levada melódica, pelos vocais harmoniosos e pelas canções de Daniel Lucena o que lhes valeu um especial de tv de uma hora, veiculado por todo o Estado.

03 músicas da Banda Expresso escolhidas para essa postagem:


  1. Certos amigos
  2. Velhas Feridas
  3. Nas manhãs do sul do mundo 
E ai gostaram??? Tem alguma banda e música legal para indicar para o #Canção de segunda 
Comentem e participem aqui pois, a próxima semana a sua indicação pode aparecer aqui no "Um Lado..."



19 abril 2015

Sobre os últimos finais de semana...



Apresentação de uma banda cristão no CIC
Aniversário de um desses amigos que fiz na estrada...

Fotografei crianças!

Mais Música!

Familia!
Familia...

FAMÍLIA!!!


16 abril 2015

Ô, ô Sempre mais do mesmo...♪


Quando comecei a escrever esse texto pensei na musica "Mais do mesmo" da Legião Urbana especificamente no trecho que dei ao titulo dessa postagem. Pois, achei que não iria escrever nada de novo sobre o tema: Porque você escreve? Porque você fotografa? Porque você respira??? Sei lá, não tenho resposta pronta... muito menos, caracteres suficientes para transformar em uma postagem. Escrevi então três motivos dos "Por quês" que eu escrevo.


3 motivos para escrever
  1. Escrevo porque... Desde a primeira vez que aprendi a juntar as letrinhas e transformá-la em palavras como se fosse "mágica" escrever se tornou uma válvula de escape de todos os sentimentos e devaneios que um dia já passaram na minha cabeça
  2. Escrevo porque... Quero ultrapassar os meus próprios limites e transformo texto banal em algo tão pessoal. É irônico pois, acabo escrevendo mais de mim do que posso suportar lendo... Escrever é uma necessidade para expressar tudo o que sinto e na maioria das vezes eu não consigo falar.
  3. Escrevo porque... Quero guardar os meus momentos em forma de lembrança e ao mesmo tempo tira-las do coração por isso, é confortante re-lêr o arquivo e saber que as coisas que escrevi (tristes e alegres) fazem parte de um passado confortante.

15 abril 2015

Projeto Fotográfico: Lente Criativa


Essa postagem faz parte do grupo Lente Criativa, um projeto super bacana e você pode conhecer mais clicando aqui. O tema desse mês é Sentidos.
Vou começar essa postagem confessando que: Gostei muito dessa temática do projeto fotográfico. O tema "sentidos" é uma temática bastante ampla, nos dando várias possibilidades de diferentes registros fotográficos. Porém, sendo esse o primeiro mês do projeto as fotografias contidas nessa postagem já apareceram no "Um lado meio Milla..." em algum momento.


Ao escolher as fotos desse mês, lembrei da frase da Cora coralina, quando eu fotografo os "sentidos" são bem pessoais. Porém, é bem bacana quando eu consigo tocar o coração das pessoas de alguma maneira... Vamos as fotos!!!

>>>>>>>>Família<<<<<<<<










>>>>>>>>Meus Cachorros<<<<<<<<
>>>>>>>>Escrever<<<<<<<<


>>>>>>>>Leituras<<<<<<<<


>>>>>>>>Natureza<<<<<<<<


>>>>>>>>Fim de tarde<<<<<<<<


>>>>>>>>Música<<<<<<<<


Bom, por hoje é só pessoal! Esta é a minha seleção pro Lente Criativa desse mês,
espero que tenham gostado!

07 abril 2015

Resenha do livro: A bolsa amarela

Título: A bolsa amarela
Autor(a): Lygia Bojunga
Editora: Cia das letras
Número de páginas:140



Sinopse: Esta obra trata-se de um romance de uma menina que entra em conflito consigo mesma e com a família ao reprimir três grandes vontades (que ela esconde numa bolsa amarela) - a vontade de ser gente grande, a de ter nascido menino e a de se tornar escritora. A partir dessa revelação - por si mesma uma contestação à estrutura familiar tradicional em cujo meio "criança não tem vontade" - essa menina sensível e imaginativa nos conta o seu dia-a-dia, juntando o mundo real da família ao mundo criado por sua imaginação fértil e povoado de amigos secretos e fantasias.Ao mesmo tempo que se sucedem episódios reais e fantásticos, uma aventura espiritual se processa e a menina segue rumo à sua afirmação como pessoa. 



Encontrei esse livro em uma banca onde vende-se Cd's, discos e livros usados com o preço razoávelmente bom... E resolvi comprar. Ao decorrer da leitura pude perceber que era um livro infanto-juvenil (não desmerecendo...) cheios de sacadas e grandes ensinamentos. Adorei a história da garotinha Raquel e acabei me identificando ao longo da história com todas as suas vontades e sonhos onde ela foi colocando todos em sua bolsa amarela, um acessório que ninguém da casa se interessou e por isso acabou em suas mãos.



Leitura recomendada para qualquer idade!

01 abril 2015

Resenha do Livro: O céu está em todo lugar

Livro: o céu está em todo lugarAutor (a): Jandy Nelson  Editora: Novo Conceito  Número de páginas: 420 

"Eu deveria estar de luto, não me apaixonando..."
                                                                                                                                                                                                Jandy Nelson

Sinopse: Este é um livro de estreia vibrante, profundamente romântico e imperdível. Lennie Walker, de dezessete anos de idade, gasta seu tempo de forma segura e feliz às sombras de sua irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre abruptamente, Lennie é catapultada para o centro do palco de sua própria vida - e, apesar de sua inexistente história com os meninos, inesperadamente se encontra lutando para equilibrar dois. Toby era o namorado de Bailey, cujos sentimentos de tristeza Lennie também sente. Joe é o garoto novo da cidade, com um sorriso quase mágico. Um garoto a tira da tristeza, o outro se consola com ela. Mas os dois não podem colidir sem que o mundo de Lennie exploda...

Tenho esse livro há mais ou menos 5 anos. E desde então, está na minha estante na parte dos livros "já lidos" porém, não lembrava de já ter lido ou abandonado á leitura... Na semana passada, zapeando na blogosfera cheguei a ler algumas resenhas e trechos e resolvi finalmente ler. 


Uma das grandes lições desse livro é que aprendemos cedo ou tarde que as pessoas que amamos se vão e simplesmente temos que virar protagonistas da nossa própria história. A leitura do livro é simples e bela, juntamente com a história da nossa John Lennon - apelido carinho dado por Joe -. Você se envolve de uma forma surpreendente com Lennie e torce para a sua felicidade. Na maioria do início dos capítulos, há poemas ou mensagens escritos por Lennie. Adorei a ideia.
  O que há de errado comigo? Que tipo de garota quer beijar rapazes no meio de um funeral? Que tipo de garota quer agarrar um cara em uma árvore, depois de dar uns beijos no namorado da irmã (morta) na noite anterior? E por falar nisso, que tipo de garota quer beijar o namorado da irmã?"
"Como vou sobreviver a essa saudade? Como os outros fazem? As pessoas morrem o tempo todo. Todo dia. Há famílias no mundo olhando para camas em que ninguém mais dorme, para sapatos que não são mais usados. Famílias que não precisam mais comprar um tipo específico de cereal, de xampu. [...] Não acredito que o tempo cura. Não quero. Se curar, significa que aceitei o mundo sem ela."

"É aí que me dou conta. Minha irmã vai morrer todos os dias, pelo resto da minha vida. A dor dura para sempre. Não desaparece nunca, torna-se parte de nós, a cada passo, a cada suspiro. Nunca vai parar de doer, Bailey, porque nunca vou deixar de gostar muito de você. É assim que é. A dor e o amor caminham juntos, um não existe sem o outro."
Ela se foi e o mundo caminha vagarosamente sem ela..." - pág. 142
"Anos atrás, estava deitada no jardim da vovó e Big perguntou o que eu estava fazendo. Disse-lhe que olhava para o céu. Ele respondeu - Essa é uma concepção errada, Lennie, o céu está em todo lugar, começa aqui, aos nossos pés." - pág. 183



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