31 de março de 2017

SOBRE AS AGUAS DE MARÇO...


O Resumo do Mês é um resumo de tudo que aconteceu no blog no último mês. Eu gosto de escrever o resumo de tudo o que aconteceu no mês, porque muitos leitores acabam não tendo a oportunidade de ver todas as postagens, então é uma maneira de compilar e mostrar tudo que rolou no Lado Milla de uma forma resumida...
Teve PROJETO 52 SEMANAS (Semana 6Semana 7 semana 8 e semana 9). Ainda não tinha tagarelado sobre o mês.... de Fevereiro fiz uma postagem atrasada contando sobre aquele mês. O #cançãodesegunda foi a história da musica The Joshua Tree" - U2 .

Nesse mês, teve TAG literária: Frases De Criança, Há três anos atrás, quando a Tary publicou este vídeo, eu fiquei alucinada querendo responder esta TAG que ela criou. Ela pegou músicas da melhor duplinha da nossa vida e fez dez categorias para associarmos a livros. No mês de fevereiro, eu lembrei dessa TAG que a Ana Flávia do "pratododia" re-escreveu e resolvi participar da [Tag] Sandy & Júnior

No inicio do mês de Fevereiro eu comecei a ler Por Lugares Incriveis da Jennifer Niven e emendei com o livro de crônicas Depois do fim do Daniel Bovolento. Os temas desses dois livros giram em torno de: Morte, fim, adolescencia...  A leitura não engrenou  (nesse momento...). Nesses três primeiros meses eu comprei nove livros escrevi um [BOOK HAUL] contando um pouco mais sobre esses livros. Desses livros recem comprados eu li A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar - A Vida e as Palavras de Esther Grace Earl e escrevi a [resenha]

Já faz mais de 1 ano que escrevi a ultima postagem de "inauguração". A ultima vez, eu mudei o layout´s (Sanyt Design) e mudei o banner com as imagens do quebra-cabeça . Eu adoro mudanças! Porém.... Não mudei o layout, e o banner desde então porque me apeguei, estranhamente apegada a esse. Estou apegada com esse visual mais clean. Eu ainda não tinha escrito um post para "inaugurar" que é uma tradição desse Blog.


 O QUE EU ASSISTI ESTE MÊS


O Vale a pena ver de novo começou a reprisar a novela Senhora Do Destino apesar dos "cortes" para adequar-se o horário estou acompanhando e lembrando o quanto a novela foi bacana e o marco naquela época.

 O QUE EU LI ESTE MÊS


A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários.


Esse livro, foi lançado em 2014 e desde então estava nas minhas "Whilist´s" de livros que eu gostaria de ler... Porém o preço sempre era na faixa dos 39,90 para cima e eu acho caro... Achei por 10,00 reais nas lojas Americanas!!! No incio do mês de março e eu tratei logo de comprar. E tratei de ler quase devorando o livro.

 O QUE EU OUVI ESTE MÊS



Nessa ultima semana, eu ouvi muito as musicas do album Baiano e os Novos Caetanos é o nome de um trio musical e humorístico composto pelos humoristas Chico Anysio, Arnaud Rodrigues e Renato Piau satirizando no título o conjunto Novos Baianos e o cantor Caetano Veloso.

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28 de março de 2017

[]Template] Tropeçando em palavras...


Tá faltando peça no quebra-cabeça...♪ Foi essa a frase que começou a martelar na minha cabeça quando comecei a pensar no post para "inaugurar" o layout novo, já que a tradição pede assim. As imagens eu já tinha desde quando as peças do quebra-cabeça não sairam mais do topo. A musica é da banda Engenheiros do Hawaii. Sim, de novo.

Tá faltando peça no quebra-cabeça... Por esse layout já passaram: Um trecho do Caio Fernando de Abreu; Maquina fotográfica, livro e walkman que deram ao template um ar meio Vintage; Pierrot; As meninas Gilmore e a imagem caneca amarela da cafetaria do Luke. Nos últimos dois anos a minha referência é a imagem de um quebra-cabeça. por causa da musica que não sai da minha cabeça desde quando eu ouvi pela primeira vez.

Já faz mais de 1 ano que escrevi a ultima postagem de "inauguração". A ultima vez, eu mudei o layout´s (Sanyt Design) e mudei o banner com as imagens do quebra-cabeça . Eu adoro mudanças! Porém, esse ano eu estou mais calma com essas mudanças (ou não...) estou em uma fase de "fechar ciclos" então são mudanças necessárias. Essa é a minha nova fase. Digo isso, porque cada novo layout abre uma nova fase na minha vida (#mística). Não mudei o layout e o banner desde então, porque me peguei estranhamente apegada a esse. Estou apegada com esse visual mais clean.

Como escrevi no começo desse texto: Escrever uma postagem de inauguração do novo visual do blog é tradição nesse genuíno Blog. Quando não respeitamos esses "rituais" parece que falta algo... (#TOC). Por exemplo, nessa semana eu "tropecei" na palavra Attraversiamo algumas vezes. Eu já tinha ouvido essa palavra no filme Comer, rezar, amar sem dar a devida importância... Encontrei o significado anos mais tarde no blog da Ana Luísa :

Attraversiamo: Que significa, segundo Julia Roberts Elizabeth Gilbert em , que devemos sempre atravessar a vida. E o verbo vem conjugado no plural porque seria muito triste atravessar sozinho.

Nessas andanças na blogosfera encontrei um attraversiamo.com e outra vez eu pensei no significado de atravessar (obstaculos, fases, palavras...) devemos sempre atravessar a vida. E o verbo vem conjugado no plural porque seria muito triste atravessar sozinho. Talvez,, eu faça mais coisas sozinha do que eu gostaria... Porém, eu gosto de ter companhia. Como escreveu Caio Fernando de Abreu uma vez: Gosto de pessoas que  tenham o modo doce de andar, falar e escrever...


Attraversiamo?

27 de março de 2017

[BOOK HAUL] Livros do primeiro trimestre de 2017


Quando eu comecei a escrever o book haul dos livros comprados, eram feitos somente em semestres. Pois, eu comprava poucos livros para fazer um post todo mês. No inicio desse ano, saiu um "trocadinhos" que eu não tava esperando... E algumas voltinhas em livrarias&derivados acabei comprando alguns livros que eu estava querendo ler á um tempo... O normal é eu comprar um livro por mês. Mas, a lista mais que triplicou! Prometo a partir de agosto trazer o Book Haul semestral.

Que tal conhecer minhas próximas leituras e resenhas aqui pro blog? Todas as sinopses foram tiradas do Skoob

Janeiro

No inicio do ano, sempre tem feira do livro em Florianópolis/SC e sempre invento de dar uma voltinha no centro nessa época do ano... Os stands são de livrarias e editoras conhecidas da cidade. O preço dos livros são "salgados" para uma feira do livro que serve para promover ainda mais a leitura... Comprei apenas dois livros: 


Anexos Rainbow Rowell Beth Fremont e Jennifer Scribner-Snyder sabem que alguém está monitorando seus e-mails de trabalho. Todo mundo na redação sabe. É política da empresa. Mas elas não conseguem levar isso tão a sério e continuam trocando e-mails intermináveis e infinitamente hilariantes, discutindo cada aspecto de suas vidas.Enquanto isso, Lincoln O'Neill não consegue acreditar que este é agora o seu trabalho, ler os e-mails de outras pessoas. Quando ele se candidatou para ser agente de segurança da internet, se imaginou construindo firewalls e desmascarando hackers e não escrevendo um relatório toda vez que uma mensagem esportiva vinha acompanhada de uma piada suja. Quando Lincoln se depara com as mensagens de Beth e Jennifer, ele sabe que deveria denunciá-las. Mas ele não consegue deixar de se divertir e se cativar por suas histórias. No momento em que Lincoln percebe que está se apaixonando por Beth, é tarde demais para se apresentar. Afinal, o que ele diria...?


Depois do fim - Daniel Bovolento: Como fica a minha vida depois de você? Como é que a gente faz para esquecer alguém? Os primeiros vestígios do fim, as despedidas, deixar alguém, ser deixado, o recomeço, a necessidade de se acostumar a viver sozinho de novo, os flashbacks, as ligações de madrugada, a falta que persiste, os novos encontros, os velhos encontros, a gente encontrando a gente, um mundo novo surgindo, a luz no fim do túnel. Em Depois do fim, Daniel Bovolento conta a trajetória de todo mundo que terminou alguma coisa e tem que aprender a lidar com as diferentes dores e superações de quem perdeu um amor. São 50 textos em que se misturam crônicas e desabafos sobre recomeço, aprendizado e a esperança de um novo final feliz. “Cada um de nós encontra uma maneira diferente de encarar o fim. Cada um de nós passa por fins diferentes, por mais que tenhamos tido histórias parecidas.”

Fevereiro

No final do mês de fevereiro, eu fui ao shopping (meio xinfrim...) para comer um lanche e logo depois fui dar uma volta despretenciosa nas Lojas Americanas que tem uma parte que vende livros enncontrei um "balaio" com livros pelo preço de apenas R$10,00! encontrei esses livros: 


Annie -Thomas Meehan; Aos onze anos, Annie é uma garotinha corajosa o suficiente para encarar sozinha as ruas de Nova York perseguindo seu grande sonho: encontrar os pais. Deixada por eles em um orfanato quando ainda era um bebê, com pouco mais que um bilhete informando que voltariam para buscá-la, a menina leva uma vida difícil sob o comando da malvada Srta. Hannigan, diretora do lugar. Cansada de esperar que os pais retornem, Annie foge do orfanato e enfrenta as mais inesperadas desventuras. Sua sorte parece estar prestes a mudar quando ela é escolhida para passar as festas de fim de ano na mansão de um rico empresário. Mas será que Annie finalmente conseguirá realizar seu sonho e escapar da dura vida do orfanato?

A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar ( A Vida e as Palavras de Esther Grace Earl);  Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. Atualmente sua mãe, Lori Earl, preside a instituição sem fins lucrativos This Star Won´t Go Out (tswgo.org), que apoia pacientes e famílias que lutam contra o câncer. [resenha]

Listografia Sua vida em listas ; O livro definitivo para todas as listas da sua vida! Nostalgia . Essa foi a inspiração de Lisa Nola para inventar um tipo inusitado de autobiografia. Quais foram os melhores presentes que você já recebeu? Os lugares mais estranhos onde já fez sexo? As coisas que mais irritam você? Seus momentos mais embaraçosos? Os lugares que adoraria conhecer?
Neste livro, o leitor vai rememorar episódios engraçados da própria vida, filmes e livros interessantes, pessoas que conheceu e muito mais. Com diversas perguntas bem-humoradas e ilustrações bastante divertidas, Listografia o incentivará a colocar no papel pedaços de sua história pessoal. Ao final, Lisa convida o leitor a soltar sua imaginação e inventar suas próprias listas personalizadas. Esta é, acima de tudo, uma reflexão leve e sensível sobre os nossos interesses, nossa memória e nossos sonhos, e as páginas preenchidas podem servir de lembrança para os momentos de nostalgia ou revelar características intrigantes e inusitadas do seu dono.

Com proposta semelhante a sucessos como Destrua este diário e Termine este livro, Listografia é completamente interativo, convidando o leitor a intervir na obra e criar suas próprias listas. A obra traz inúmeras ilustrações divertidíssimas de Nathaniel Russell, incentivando o leitor a desenhar também suas criações.

Segredos de Paris Livro de colorir & passeios. Leve suas cores à Cidade Luz. Dê asas à sua imaginação enquanto viaja pelas encantadoras ruas de Paris, passeia às margens do Sena e admira a Torre Eiffel. Com seus cafés, bistrôs, butiques e antigas construções, a capital francesa é um dos cenários mais lindos e românticos do mundo. Aproveite essas belas ilustrações para deixar de lado as preocupações e se inspirar no charmoso estilo de vida parisiense. Preencha os desenhos com suas cores favoritas e revele o artista que há em você.

Março

 No final do mês de março, fui na livraria Saraiva e comprei dois livros que eu estava querendo muito ler:


A Revolução dos Bichos Verdadeiro clássico moderno, concebido por um dos mais influentes escritores do século 20, A Revolução dos Bichos' é uma fábula sobre o poder. Narra a insurreição dos animais de uma granj'a contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanos. Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista.

Luna clara & Apollo onze Adriana Falcão Segundo livro voltado para o público infanto-juvenil escrito por Adriana Falcão, que, entre outras incursões, colaborou em vários episódios da "Comédia da vida privada", "A grande família" e "Brasil legal". Aqui, ela conta a história da menina Luna Clara e do garoto Apolo 11, moradores de Desatino do Norte e Desatino do Sul. As ilustrações são de José Carlos Lollo.




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24 de março de 2017

Resenha: A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar



Apenas seja feliz, e, se você não conseguir ficar feliz, faça coisas que o deixem feliz. Ou fique sem fazer nada com as pessoas que o fazem feliz.






A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar
A Vida e as Palavras de Esther Grace Earl
Ano: 2014 / Páginas: 448
Idioma: português
Editora: Intrínseca



Sinopse: A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. Atualmente sua mãe, Lori Earl, preside a instituição sem fins lucrativos This Star Won´t Go Out (tswgo.org), que apoia pacientes e famílias que lutam contra o câncer.

A Esther era uma adolescente, feliz, cheia de vida. Era dotada de uma criatividade ímpar, ela sempre conseguia olhar a vida com otimismo e esperança, mesmo nos piores momentos. Seu sonho era ser escritora e, desde cedo, embarcou no universo literário criando seus textos e mantendo um registro em seu diário. 

Infelizmente, aos doze anos, Esther morava na França com a sua família, foi diagnosticada com câncer da tireóide papilar metastático. Passou por cirurgia, tratamentos de radioterapia, iodo radioativo e foi cuidada por uma equipe composta por multiprofissionais dedicados. Apesar de este ser um câncer com bons prognósticos de cura na maioria dos pacientes, em Esther se apresentou de maneira mais avançada e agressiva comprometendo rapidamente o funcionamento dos seus pulmões e rins.


Esther acabou tendo que se mudar para os EUA e precisou largar o colégio em razão das inúmeras idas ao hospital e da ingestão de medicamentos que a deixaram fraca. Apesar de ter emagrecido muito, perdido os cabelos e tido diversos problemas de pele, Esther sempre fez questão de acompanhar seu tratamento de perto, discutindo com os médicos as melhores intervenções e fazendo objeções quando não concordava com algo. A menina encontrou refúgio nas palavras, que lhe ofereceram um porto seguro, um local de desabafo e de comunhão com amigos e família. Apesar de Esther não ter podido escolher o final do seu livro, marcou a vida de todos que a conheceram e será para sempre uma estrela brilhando no céu que nunca vai se apagar.

Comentários de familiares e amigos de Esther Earl sobre o livro "A estrela que nunca vai se apagar".

  

O livro A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar é um livro biográfico da Esther Grace Earl com trechos do seu blog chamado (...) e com trechos redigidos pela sua mãe dos videos que ela fazia no seu canal do Youtube e cartas escritas pelos/para seus amigos dos seus amigos virtuais do Catitude.


"Mãe, sei que sou só uma criança, mas posso dizer que passar pelo câncer me ajudou a crescer. (...) E, se eu tivesse a escolha de voltar no tempo de alguma forma e impedir o câncer, eu não faria isso, porque mudaria muitas coisas. Só queria que você soubesse que talvez eu não me importe muito de ter câncer. É parte de mim no momento, e acho que sou uma pessoa de bastante sorte. (...) se eu não tivesse ficado doente, não ficaria pensando nas pessoas com a doença... Eu sentiria pena do tipo "ah... coitado" em vez de solidariedade sincera."


"Então é... ultimamente venho pensando que, se e quando eu morrer, gostaria de passar por mais uma coisa normal de adolescente, que é beijar um garoto. =) (...) Você pode não acreditar, mas quero uma porcaria de beijo. É uma coisa normal que eu talvez nunca tenha, mais uma coisa que vou perder."

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*Para fins de direitos autorais, declaro que as imagens utilizadas neste post não pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente com nosso contato. Atenderemos prontamente.

21 de março de 2017

[Tag] Sandy & Júnior


Há três anos atrás, quando a Tary publicou este vídeo, eu fiquei alucinada querendo responder esta TAG que ela criou. Ela pegou músicas da melhor duplinha da nossa vida e fez dez categorias para associarmos a livros. Hoje eu lembrei dessa TAG que a Ana Flávia do "pratododia" re-escreveu e resolvi participar.
Fazendo uma pesquisa rápida aqui nos "Arquivos" do blog. Eu nunca tinha escrito sobre a dupla Sandy e Junior. Eu nasci no começo de 1986, eu aproveitei plenamente tudo que os anos 90 (com resquícios dos anos 80) tiveram a oferecer. Segui o fenômeno Sandy & Jr desde o inicio, ficando mais fã declarada em 1994 (eu tinha oito anos na época...) eu ganhei uma fita cassete do álbum Você é D+ e ouvia incansavelmente o lado A eo lado B nos recreios da escola do fundamental... Ostentação naquela época era ter; fita cassete, CD e dico de vinil dos seus cantores preferidos... Comprei outros fita cassete, CDS e dico de vinil e os DVD´S desde então... Em 1999, a rede globo criou o Seriado Sandy & Junior e montei uma pasta com reportagens que saiam nas revistas, postêr e até aqueles poster gigantes da dupla...
Ouvir a discografia da dupla é nostalgicamente maravilhoso! Traz lembranças muito bonitas de uma fase maravilhosa da minha vida. Eu achei muito divertido responder e, principalmente, assistir os clipes para responder (com propriedade) essa TAG.

1. O que é imortal não morre no final...
 Um livro que não foge do óbvio. 

A culpa é das estrelas o livro conta a história de uma garota chamada Hazel que foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial... Embora, passamos a leitura sabendo que os personagens ambos, tem câncer e podem morrer a qualquer momento o romance tem a capacidade de nos prender até o ultimo okay!

2. Eu acho que pirei...
Um livro meio maluco (ou que te deixou meio maluco). 

O lado bom da vida eu adoro livros/filmes com temas psiquiátricos. A leitura não conseguiu me prender, o protagonista com problemas psiquiatricos visiveis não consegue relatar o  acontecimento que levou a cometer o assasinato  ou se realmente ele matou o amante da tal esposa que não aparece em nenhum momento na história... Não consegui terminar de ler o livro. Porém, doei para a biblioteca da faculdade. Anos mais tarde lançaram o filme nem me atrevi a ver essa porcaria... HAUAAUHAUAHAU

3. Esse turu, turu, turu, turu aqui dentro...
Um livro que fez seu coração bater mais forte. 

A Vida do Livreiro A.J. Fikry A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo.... Esse livro fez o meu coração bater mais forte quando o personagem se deixa cativar pela pequena Alice e os dois tem aprendizados maravilhosos durante a narrativa.

4. Você desperdiçou...
Um livro com plot mal aproveitado. 

Teorema Katherine; Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines.

É uma Leitura sofrível! No decorrer do livro veio à pergunta “tem certeza que é o mesmo autor?” fiz algumas tentativas nos dias anteriores, mas a leitura não engrenava só não abandonei a leitura, pois queria comprovar a ruindade do livro... Algumas partes animam, que Colin fala sobre constelações e sobre a importância que é para ele como um garoto prodígio fazer a diferença no mundo tem sacadas realmente bacanas no decorrer da historia... (spoiler)

5. Olha o que o amor me faz, fiquei tão boba, fiquei assim...
 Um livro/autor que te deixou boba (o) de amor. 

Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. leitura que mais se aproxima da "A Culpa É Das Estrelas" com escrita tipica do John Green sem deixar o leitor entendiado. Li o livro em menos de uma semana, e não economizei nos post its pois, precisava marcar de alguma maneira as frases e passagens que eu achei bacana.

6. Vai ter que rebolar, rebolar...
 Um autor que vai ter que rebolar pra te reconquistar.

O Nicholas Sparks é um autor que vai ter que rebolar pra me reconquistar TODOS os seus livros foram tranformados em filmes "agua com açucar" e isso, já é um dos motivos suficientes para perder a vontade de ler algum livro desse ator.

7. Faz sorrir, ou faz chorar... 
Um livro que te fez rir e também te levou às lágrimas.

Bisa Bia, Bisa Bel A menina Bel encontra um dia uma foto de sua bisavó Bel, entre as coisas de sua mãe. A partir daí, ela inicia uma relação de muitas descobertas com essa pessoa tão importante na vida de sua família e na da própria. Tive uma ligação quase que "transcendental" com esse livro sou movida a histórias não resolvidas e saudades que vem do nada...Acredito que os livros nos encontram no momento certo. E depois de várias indicações (Ana Luísa Bussular do Blog Minha vida como ela é... e Revista da Livraria Catarinense) encontrei essa edição na biblioteca da faculdade na qual dividimos com uma escola...

8. Inesquecível em mim...
 Um livro que vive reaparecendo na sua mente. 

o livro Extraordinário. August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade... até agora. Os preceitos que contem no decorrer da leitura são enesqueciveis!

9. Quero aprender com você...
 Um livro que te ensinou muito. 

Pretinha, eu? Uma menina negra ganhou uma bolsa de estudos em um colégio onde nunca havia entrado um aluno negro. Desencadeou-se uma história de discriminação, preconceito e muitas descobertas. esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura.No meio de uma aula de leitura a professora disse que eu me parecia muito com a Pretinha da história, não pelo meu tom de pele, pois eu sempre fui branquinha hehehe, mas por ser a mais velha de uma turma que todos tinham onze anos e pelo meu “mau jeito” (no começo) de me enquadrar, em uma escola com métodos tão rigorosos quanto o Harm… Ops! Colégio T.

Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota

10. Baby, eu já sabia que ia dar certo...
 Um livro que você amou antes de ler.

Eu AMO o livro Luna Clara & Apolo Onze da autora Adriana Falcão antes mesmo de adiquirir uma edição na livraria.



Bem, não conheço muitas pessoas nesse mundo literário que queira responder essa tag. Então, deixarei ela em aberto, podem responder essa tag quem quiser e compartilhar com seus amiguinhos. 


Beijos e abraços 

Milla ❤

18 de março de 2017

BookTag: Frases De Criança

Olá!Tudo bem?

Já faz um tempo que não respondo uma TAG, e como eu adoro responde-la vamos fazer isso hoje. A primeira TAG de ano!

Essa TAG foi criada Taty do blog Coleções Literárias e pelo Marcio do blog Um Baixinho nos Livros.

Regras...
Mencionar e Linkar os blogueiros que criaram a tag Taty Salazar - Coleções Literárias e Marcio Silva - Um Baixinho nos Livros;
Indicar no minimo 5 blogs para responder a tag (Não esqueça de avisar que você os tagueou);
Postar a IMAGEM oficial da tag em sua postagem "caso for responder escrito".OPCIONAL: Usar a hastag #BookTagFrasesDeCriança no facebook e/ou no Instagram.
  

1.Meu nome é... (Um personagem Infantil favorito).


Auggie do livro Extraordinário. August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.





2.Quantos anos eu tenho? (Quantos livros você tem?)

96 livros

3.Eu já sei ler. (Primeiro livro que leu) 


Pretinha eu? Uma menina negra ganhou uma bolsa de estudos em um colégio onde nunca havia entrado um aluno negro. Desencadeou-se uma história de discriminação, preconceito e muitas descobertas.






Comecei a tomar gosto pela leitura ainda no ensino fundamental, lembro que tínhamos aulas de leitura na biblioteca e eu realmente gostava de ficar lendo. Às vezes, eu até me esquecia de prestar atenção nos papos animados das minhas amiguinhas na biblioteca... Mas, o livro que mais me marcou veio em 1999 (um ano antes do que relatei acima...). O tal livro é Pretinha, eu do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura.
“Eu tinha 13 anos nessa época e tinha recém mudado de escola 
por motivos de saúde, pois eu tinha recém operado a coluna 
e eu estava usando um gesso que ia a uns cinco dedos abaixo do pescoço 
até abaixo da barriga…”

No meio de uma aula de leitura a professora disse que eu me parecia muito com a Pretinha da história, não pelo meu tom de pele, pois eu sempre fui branquinha hehehe, mas por ser a mais velha de uma turma que todos tinham onze anos e pelo meu “mau jeito” (no começo) de me enquadrar, em uma escola com métodos tão rigorosos quanto o Harm… Ops! Colégio T. Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota se eu já não tivesse motivos e não sofresse o suficiente.


4."Diz Papai" Mamãe. (Um livro que você imaginava uma coisa e acabou sendo outra)


Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky




A leitura é bastante intensa. O que era uma lição, acabou virando um verdadeiro diário com desabafos "Alguns segredos só conseguimos contar aos nossos maiores ídolos" se transformando em uma maneira de Laurel lidar com seu primeiro ano em uma escola nova e com a família despedaçada depois da morte de sua irmã.

5.Mãe tô com fome. (Um livro que você devorou.) 

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam. 

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.


Foi a minha primeira leitura do John Green. A vontade de ler A Culpa é das Estrelas começou no evento da Intrínseca depois de ouvir falarem muito bem do livro. Eu comecei a ler as dez primeiras páginas ainda na livraria antes de realmente comprar e terminar de ler em casa chorando copiosamente nos últimos parágrafos... Okay!

6.Pai!Conta uma história para mim dormir? (O livro que você está lendo) 


Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa 'estrela', ela marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo enquanto enfrentava com graciosidade o desgaste físico e mental causado pela doença. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte. 'A estrela que nunca vai se apagar' é uma biografia única, que reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujo carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas.

7.Pai!Cadê a mãe? (Um personagem secundário que se destacou mais que o protagonista.) 


Logo no inicio da leitura acompanhamos Kate recebendo a devastadora noticia sobre a morte de sua filha, logo no inicio suspeita-se que Amélia havia cometido suicídio. 

Kate é a mãe solteira e sempre fez o que estava em seu alcance para conciliar a vida de mãe com a vida de profissional ela é uma advogada de sucesso em Nova Iorque e para compensar a ausência de um pai na vida de Amélia. Ela nunca contou a verdade para a filha sobre o pai e também só vamos descobrindo sobre ele no decorrer da história. 



Os capítulos do livro são alternados entre diferentes personagens. Temos capítulos atuais sobre Kate, narrados em primeira pessoa, a partir do dia da morte da Amelia, trechos de seu diário quando ela descobriu que estava grávida, conversas de celular de Amelia, postagens no facebook, e alguns capítulos contados pela própria Amelia, algumas semanas antes de sua morte. Também há postagens de um blog de fofocas da escola, chamado GrAcIoSaMENTE.

Ao decorrer da leitura, vamos reconstruindo Amélia através de vários acontecimentos e fragmentos com alternâncias de pontos de vista. E descobrindo quem ela realmente era, sem ser somente uma descrição vazia "aluna e atleta exemplar". Através de suas "memórias" ficamos sabendo quando ela recebeu um convite para entrar em um clube da escola, uma espécie de fraternidade, que supostamente deveria ser proibido. A partir desse convite, sua vida começa a tomar novos rumos e a própria Amélia passa por várias descobertas sobre si mesma. A descoberta da própria sexualidade e o amor inconsequente por Dylan.

8.Olha Pai. (Tire uma foto de sua estante.) 






9. Já sei o que vou querer de presente do dia das crianças! (O livro que você está cobiçando.) 



10.Pai ta chegando? e agora? e agora? (Continuação de uma série que você ama e está aguardando muito.) 


Não tenho. Estou com a coleção do Muchileiro das Galaxias que ainda não li...



11. Mãe fulano me bateu. (Um personagem que merecia uma surra?) 

Eu batendo na Anna


Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris. Porém, seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, sua fiel melhor amiga e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, ela conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito, que além de muitas qualidades, tem uma namorada...




Anna Oliphant. Foi a personagem adolescente que eu mais odiei ao decorrer da leitura... Uma menina mimada, que na maioria das vezes fazia ceninha quando estava com o seu pai. Faz o leitor querer dar uns belos tapas nessa garota...





12.Maaaae eu cai. (Um personagem desastrado.) 



As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, frequentemente abreviado para Alice in Wonderland é a obra infantil mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll.





Alice é uma garota atrapalhada! Na confusão, ela vai se encontrando... descobrindo-se... Esse livro é muito fofinho.





13. Por quê? Para quê?( Um livro confuso.) 



Eu deveria estar de luto, não me apaixonando. Às vezes é preciso perder tudo, para encontrar a si mesmo... Lennie Walker, obcecada por livros e música, tocava clarinete e vivia de forma segura e feliz, à sombra de sua brilhante irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre de forma abrupta, Lennie é lançada ao centro de sua própria vida, e, apesar de não ter nenhum histórico com rapazes, ela se vê, subitamente, lutando para encontrar o equilíbrio entre dois: um deles a tira da tristeza, o outro a consola. O romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie, para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda, é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível.





Eu t
enho esse livro há mais ou menos 5 anos. Porém, eu não lembrava de já ter lido ou abandonado á leitura... 

Por isso coloquei nessa categoria. Uma das grandes lições desse livro é que aprendemos cedo ou tarde que as pessoas que amamos se vão e simplesmente temos que virar protagonistas da nossa própria história. A leitura do livro é simples e bela, juntamente com a história da nossa John Lennon - apelido carinho dado por Joe -. Você se envolve de uma forma surpreendente com Lennie e torce para a sua felicidade. Na maioria do início dos capítulos, há poemas ou mensagens escritos por Lennie. Adorei a ideia.



14.Psora posso ir no banheiro? (Um livro nojinho.) 


Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: "Você pode ser tudo o que quiser." Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela história, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a história continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do "todo humano", somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.




Na época que eu li esse livro eu estava muito mal (no trabalho, na faculdade, em casa...) e essa leitura me deixou muito mal se tornando uma leitura ruim naquele ano.


15.Pai de onde vem os bebês? (Uma personagem grávida.) 


Após o desaparecimento repentino de seu pai, Gabriella Mondini enfrenta uma crise: sem o seu aconselhamento, ela não pode mais praticar a medicina. Então, junto de seus dois fiéis servos, Olmina e Lorenzo, ela explora toda a Europa para descobrir para onde — e por que — ele se foi. 

Seguindo pistas das ocasionais e enigmáticas cartas do pai, ela vasculha as capitais europeias expandindo os horizontes de seu mundo e acrescentando conhecimentos ao imenso livro das curas que está escrevendo.





Gabriella Mondini, conhecerá apenas os limites físicos do continente, mas, também, os mistérios do amor (e fica gravida), da perda e da mortalidade. Mistérios que estão no coração de cada alma viajante, especialmente na alma de seu pai.





16.Olha mãe, aprendi a contar: 1, 2, 4, 6. 
Indique 05 amigos para responder essa tag.

Bem,não conheço muitas pessoas nesse mundo literário que queira responder essa tag. Então, deixarei ela em aberto, podem responder essa tag quem quiser e compartilhar com seus amiguinhos.

Estava com muitas saudades responder TAGs, espero que esse ano traga muitas tags para poder compartilhar com vocês.

Beijos e abraços

Milla ❤


13 de março de 2017

Canção de Segunda:"The Joshua Tree" - U2


 Adivinha qual é a música mais ouvida do U2 até hoje? "With or Without You" (http://spoti.fi/2mqauem), com 134 milhões de streams. Fazendo as contas aqui, isso equivale a 1260 anos de "With or Without You" tocando, sem parar. O Bono escreveu a letra dessa música sozinho, à noite, na primeira vez que esteve na Riviera Francesa. Rolava uma crise na cabeça dele sobre como equilibrar o papel de rockstar, viajando o mundo pra fazer shows, e o papel de marido. (Ele casou com a Alison, ativista e empresária irlandesa, em 1982.) E ele estava num momento MUITO rockstar.

O U2 vinha de um disco superexperimental ("The Unforgettable Fire", de 1984) feito com um produtor supervisionário (Brian Eno, o inglês que não só produziu discos clássicos como "Low", "Heroes" e "Lodger", do David Bowie, como praticamente inventou um novo gênero musical, o ambient). A banda tinha participado de um show histórico, o Live Aid, que foi assistido por milhões de pessoas ao redor do globo em 1985. Mais do que isso, aqueles 4 jovens irlandeses tinham viajado o mundo inteiro e descoberto diferentes realidades que mudariam completamente as vidas deles. Foi esse o cenário pra criação de "The Joshua Tree" (http://spoti.fi/2lIpYMh), o disco que fez o U2 virar uma das maiores bandas do mundo. Ele foi lançado em 9 de março de 1987, há exatamente 30 anos.

"With or Without You" foi o primeiro single do disco. Outras duas dele aparecem entre as 10 mais ouvidas do U2 no Spotify: "I Still Haven't Found What I'm Looking For" (http://spoti.fi/2njQqrP) e "Where the Streets Have No Name" (http://spoti.fi/2mql7hu).

"The Joshua Tree" nasceu como um álbum sobre as andanças do U2 por diversos países — mas especificamente pelos EUA. Eles tinham passado até 5 meses por ano por lá durante a primeira metade dos anos 80, fazendo tours. "Comecei a enxergar dois países diferentes: os EUA míticos, idealizados, e os EUA de verdade", diz o Bono. (Daí um dos títulos provisórios do disco durante as gravações: "The Two Americas"/"As Duas Américas". "The Desert Songs"/"As Músicas do Deserto" também chegou a ser considerado.)

O sentimento do disco era esse. Então, eles resolveram que a capa seria feita nos EUA (algo inédito pro U2, que tinha feito as capas de todos os discos até então em Dublin mesmo). Aí o fotógrafo Anton Corbijn (que também dirigiu vários clipes da banda, incluindo "One") saiu à procura de locações. Foi ele quem contou pro Bono a história da "árvore de Josué". Segundo a lenda, a árvore da espécie Yucca brevifolia ganhou esse nome quando um grupo de mórmons, ao chegar no Deserto de Mojave (curiosamente, onde os Red Hot Chili Peppers gravaram o clipe de "Give It Away"; a Madonna o de "Frozen" e as Spice Girls o de "Say You'll Be There"), viu a forma peculiar daquela árvore e lembrou da história bíblica de Josué erguendo as mãos pro céu e pedindo ajuda a Deus. O Bono amou a simbologia disso. Pronto: estava decidido que o nome do disco seria "The Joshua Tree". Naquele dia, eles saíram pelo Mojave procurando uma "joshua tree" perfeita, até acharem uma ali, sozinha, toda poética. Pararam e fotografaram por uns 20 minutos. "Foi bem espontâneo", lembra o Edge. "Estava um frio danado e a gente teve que tirar os casacos pra pelo menos parecer que era um deserto. Esse é um dos motivos pelos quais estamos tão sombrios na foto", completa o Bono.

Mas outras viagens pelo mundo também influenciaram o disco. Em 1985, o Bono esteve na Etiópia pela primeira vez, e voltou chocado tanto com a pobreza do país quanto com o espírito forte dos etíopes. Durante as gravações de "The Joshua Tree", o assistente pessoal dele, Greg, morreu em um acidente de moto. O funeral foi na Nova Zelândia — e inspirou a música "One Tree Hill" (http://spoti.fi/2naSBPg). Depois, Bono e Ali viajaram pra Nicarágua e pra El Salvador, e lá se depararam com um monte de conflitos políticos e militares, inclusive envolvendo os EUA. Nisso, nasceram "Bullet the Blue Sky" (http://spoti.fi/2mqtPfL) e "Mothers of the Disappeared" (http://spoti.fi/2m7pnQr).

Musicalmente, também era a hora de explorar mais. Quando o Bono participou de uma reunião de músicos contra o apartheid na África do Sul, em 1985, passou um tempo hanging out com o Keith Richards e com o Mick Jagger Foram os dois que despertaram o interesse dele pelo blues (http://spoti.fi/2n4vmJH). Até então, as maiores influências do U2 vinham do punk rock dos anos 70, e eles nunca tinham ido muito além disso. Inspirado pela tradição do blues, o Bono escreveu "Silver and Gold" (http://spoti.fi/2n4sIUz) (que está na edição deluxe do "The Joshua Tree"). No próximo disco, "Rattle and Hum" (http://spoti.fi/2mnO7EX), iria ainda mais longe e traria o BB King pra colaborar. No meio disso, novas amizades com o Bob Dylan e com o Van Morrison (Official) também encorajaram a banda a mergulhar mais nos clássicos, descobrindo a música irlandesa tradicional, misturando tudo ao folk americano, e investindo mais nas composições. "Antes eu achava que escrever letras era meio antiquado, então rascunhava tudo ao microfone mesmo. Senti que era hora de escrever letras que realmente significassem algo", diz o Bono.

Deu certo. O U2 já tinha alguns grande hits, tipo "New Year's Day" (http://spoti.fi/2mqnm4x) e "Pride (In the Name of Love)" (http://spoti.fi/2njZEnM). Mas foi com os singles de "The Joshua Tree" que eles viraram a mega banda que são até hoje.

Na época, esse disco foi o que vendeu mais e mais rápido na história do Reino Unido. Foram mais de 300 mil cópias em 2 dias. Passou 9 semanas consecutivas em #1 nos EUA. E, 30 anos depois, é um dos maiores clássicos do rock — ainda que o Bono tenha se referido ao "Achtung Baby" (http://spoti.fi/2n4vEQU), que veio em 1991, como "o som de quatro homens derrubando a Joshua Tree". A história ainda teria muitas curvas...



Fonte: Spotify
© Lado Milla
Maira Gall