Eu não gosto quando me colocam em certos “papéis” na vida... E na maioria das vezes parece que o mundo é das pessoas que “quebram barreiras” não se poupam e não poupam os outros das suas maldades... Enfim, me auto-proibi de escrever sobre... Encontrei esse texto nas andanças pelo facebook e negritei as partes que eu me identifiquei.
“Minha amiga disse que eu sou muito folgada, quero que o
mundo se adapte a mim. E que esse é o meu problema, eu já começo colocando barreiras, vou morrer sozinha. Não gosto quando praguejam que eu vou
morrer sozinha, como se eu estivesse fazendo por merecer esse grande final. E não gosto, principalmente, porque
isso não seria um castigo e sim uma escolha. Juro que prefiro solidão a um do que a dois. Ou, no auge do
egoísmo, parar com um desses carinhas que a gente sabe que são incríveis, mas não
rola, não flui. Eles merecem ser amados e eu não tenho o direito de privá-los
disso. Acredito que folgada seja quem se
espalha nessa comodidade. Não crio
barreiras. Elas se criaram sozinhas quando eu me posicionei pro mundo. E acho
que se for pra ser, se for mesmo pra ser, o cara quebra as barreiras. Se
não for, elas me poupam. E tem me poupado!
De todos os tantos anos que me virei do avesso pra me adaptar aos outros, só
ganhei cicatrizes. Parei. Se é a melhor postura, não sei, mas hoje eu ando
sem dor. Minha amiga derruba barreiras, escancara as portas e tá aí, sem amor. Sentimento não é um favor. Prefiro ser
minha a viver disposta a ser de quem for.”
Marcella Fernanda
Marcella Fernanda
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