28 abril 2017

Um meme literário...

Hoje é Sexta-feira! Encontrei a 01 ano atrás um meme sobre hábitos literários. Soube no blog da Ana Lu que a brincadeira já rolava na blogosfera há tempos, acabou que eu guardei esse meme nos "rascunhos" para um dia também escrever....

Falar de livros é sempre bom... Ler, fotografar, resenhar e porque não escrever um meme literário?

Acabei encontrando esse aqui no blog da Ana Lu que encontrou no blog da Del. Elas responderam em texto (e assim farei também) mas ele foi originalmente criado no YT, no canal Livro e Café. Trata-se da “Tag As Ondas” e cada uma das categorias é baseada na descrição de um personagem do livro homônimo da Virginia Woolf que eu ainda não li, hehe. Vamos lá.
 

1. Bernard sentia amor à literatura (Um livro sobre livros)

Pensei automaticamente no livro A Vida do Livreiro A. J. Fikry Trata-se de um romance ou uma carta de amor para o mundo dos livros “Livrarias atraem o tipo certo de gente”. É o que descobre A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. - O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo. Aos poucos, A. J. reencontra a felicidade e sua livraria volta a alegrar a pequena Alice Island. Um romance engraçado, delicado e comovente, que lembra a todos por que adoramos ler e por que nos apaixonamos.
“As pessoas contam mentiras chatas sobre política, Deus e amor. Você descobre tudo que precisa saber sobre uma pessoa com a resposta desta pergunta: Qual é o seu livro preferido?"
2. Susan sentia paixão pela natureza e a maternidade (Um livro que fale sobre ser mãe)

Este é um livro sobre a maternidade e todos os sentimentos loucos que as mães têm em relação a quem de alguma forma criam, seja um filho natural, adotivo, neto ou sobrinho. É sobre família e é sobre as mães também, esses seres que falam uma língua estranha e chata que só entende quem entra para o clube e se torna uma delas. Não se preocupe, não é um livro de lamentações. É o contrário: tem histórias engraçadas, singelas e verdadeiras. “A mamãe é rock” é um recorte sem filtro dos divertidos e comoventes malabarismos que um casal moderno faz todos os dias para criar suas filhas. As crônicas da Ana Cardoso, além de divertidas são super bem escritas. A leitura nos trazem as dores e delícias de ser mãe, mulher, empresária... Abrem o cotidiano da família da autora pra que você sinta-se de casa.Além de grandes lições sociológicas e comportamentais, desde a evolução das crianças à de uma mulher como guia e aprendiz com as suas crias. E risadas: Garanto que você dará um bocado! HAHAH.

3. Rodha se sente diferente em relação aos outros (Um livro com um personagem diferente dos padrões).


Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus.Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel,um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. 'O Menino do Pijama Listrado' é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

4. Neville tinha inquietações sociais e ideológicas (Um livro que após a leitura dá vontade de fazer algo pelo mundo)

O livro que mais me marcou  é Pretinha, eu? do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura. No meio de uma aula de leitura a professora disse que eu me parecia muito com a Pretinha da história, não pelo meu tom de pele, pois eu sempre fui branquinha hehehe, mas por ser a mais velha de uma turma que todos tinham onze anos e pelo meu “mau jeito” (no começo) de me enquadrar, em uma escola com métodos tão rigorosos quanto o Harm… Ops! Colégio T. Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. 

Depois desse episódio quis fazer faculdade de Psicologia para trabalhar com crianças com idade escolar fiz estagio obrigatório em Psicologia escolar e "plantei uma sementinha" como formas dessas crianças serem mais gentil com com os seus colegas.

5. Jinny era uma mulher sensual, preocupada com a aparência e com namorados(Um livro chick lit).

chik lit são livros auto-ajuda para o universo feminino? Não tenho...

6. Louis era inseguro por ser estrangeiro (Um livro de sua estante numa língua que você não entende).

No primeiro semestre da faculdade de Psicologia somos apresentados a obra completa de Freud e a cada semana os alunos compravam a obra completa e iam "mostrar" para toda a turma... Resumo da ópera: Nenhum desses alunos leram nem a metade desses livros e acabam re-vendendo obra completa no final do curso.

7. Percival é o único personagem que não tem fala direta. Os outros apenas comentam sobre ele (Um livro que todo mundo leu, mas você ainda não).

A saga Harry Potter. Quando a febre do bruxinho surgiu, o meu primo (sete anos mais novo) ficou viciado! comprou TODOS os livros e badulaques do HP e eu estava em uma vibe diferente, trabalhando  e tal... Tentei ler e achei um tanto bobnho não passei das primeiras quatro páginas.


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27 abril 2017

Semanas - 13 "Fico sem graça quando…"




  • Falar em Público: Faço faculdade de Psicologia e de vez em quando precisamos falar em publico; apresentação de trabalho e até na aplicação  de dinâmicas no campo de estagio com as turmas do ensino fundamental da 3° e 4° série eu sempre ficava muito sem graça...
  • Quando me elogiam e nem precisa ser demais: Pois é, fico sem graça... mas, é melhor do que ser criticada né?
  • Com pessoas que não conheço: Adoro conhecer pessoas. mas, fico muito sem graça e fica parecendo que sou metida mas, sou envergonhada... 
  • Não lembro de alguém:  O que me deixa muito sem graça é alguém vir bem simpático "Oi Milla!" (geralmente são amigas da minha mãe)  e eu simplesmente não lembro nem o nome, e nem de ter falado com a criatura alguma vez na vida...  Ou algumas pessoas que eu estudei/trabalhei e não vejo a anos... e o pior, eu até deixo a conversa fluir só para muito mais tarde saber da onde que conheço... Ou não.
  • Ser "novata" em algum ambiente: Fiquei quase um mês com uma dor desconfortável na barriga no meu novo emprego pois, eu não conhecia ninguém... 

E vocês, quando ficam sem graça?


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