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18 outubro 2017

[T de TAG ] Gilmore Girls

Hoje é Quarta- Feira. Porém, teremos o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s na qual eu fui tagueada(ou não).


Gilmore Girls é minha série favorita da vida e sempre estou falando sobre as minhas séries favoritas aqui no Blog.Então, quando vi essa tag lá no Livros e Vagalumes, original do canal Pucksandpaperbacks, corri pra responder nos meus "Arquivos" e lá ficou até hoje. Nesse mês, a série fez 17 anos! e para comemorar irei responder Essa TAG que são dez categorias para associar personagens da série a personagens e livros.

Lorelai Gilmore
(Um personagem com um senso de humor sarcástico)




Auggie, de Extraordinário. Apesar de todas as suas dificuldades, esse menino ainda tem senso de humor e nos diverte em várias passagens do livro.

Rory Gilmore
 (Seu clássico favorito)






Um livro classico favorito é Alice no Pais das Marávilhas. Considero esse livro um clássico da literátura infantil.

Luke Danes 
(Um livro que você ama secretamente, mas tem vergonha de admitir)





O livro Cartas de Amor aos Mortos da autora Ava Dellaira pela editora Seguinte recebeu criticas severas pela narrativa da história ser por meio de cartas. Confesso que, nas primeiras páginas eu precisei um pouco mais de tempo para apreciar a narrativa da história que é por meio de cartas para cantores e outros artistas mortos que eram idolos tanto de Laurem a personagem principal quanto da sua irmã ja falecida.

(Um personagem musical): 




O jovem Friederich, ele tinha uma pequena deficiência em seu rosto, o que acabou afastando-lhe dos estudos. Seu pai e tio trabalhavam em uma fábrica de Gaitas. Um dia, ele circulando pela fábrica, encontra uma gaita diferente das outras. Foi amor á primeira vista. E toda vez que ele tocava com essa gaita, todos ao seu redor eram possuídos por uma chama de amor única.

Dean Forrester
(O primeiro personagem pelo qual você se apaixonou):




Eu li Balança Coração do Walcyr Carrasco quando eu estava no 7° ano do fundamental para fazer fichamento para a aula de literatura... Eu lembro que esse livro éra disputadissimo entre as meninas da minha sala era a primeira vez que eu estava lendo um romance. A narrativa era sobre um romance entre Malu uma vegetariana radical e João um carnívoro convicto, ois jovens muito diferentes em sua forma de viver, mas iguais em seus sonhos e suas descobertas. é impossivel não se apaixonar por esse casal tão diferentes.

Sooki St. James
(Um livro que você devorou)





Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança... A leitura que mais se aproxima da "A Culpa É Das Estrelas" com escrita tipica do John Green sem deixar o leitor entendiado. Li o livro em menos de uma semana, e não economizei nos post its pois, precisava marcar de alguma maneira as frases e passagens que eu achei bacana.

Jess Mariano (Um livro que você ama, mas que é muito odiado)





A Vida do Livreiro A.J. Fikry - Uma carta de amor para o mundo dos livros “Livrarias atraem o tipo certo de gente”. É o que descobre A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo. Aos poucos, A. J. reencontra a felicidade e sua livraria volta a alegrar a pequena Alice Island. Um romance engraçado, delicado e comovente, que lembra a todos por que adoramos ler e por que nos apaixonamos. Esse foi um livro muito criticado pelo nome do livro e pelo romance docinho mas eu adorei pois amo romances assim.

Miss Patty
(
Um livro que foi arruinado pelas expectativas)




O livro Filha das Trevas (Saga da Conquistadora #1) veio na mala do mês de agosto do turista literário. Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano. Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história. Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta...

Emily Gilmore
(
Um livro caro)




Comprei a nova edição de O Diário de Anne Frank publicada pela Editora Record, com capa dura e acolchoada. A capa imita o próprio diário da Anne e no interior tem algumas imagens do diário original que está em exposição na Casa de Anne Frank, em Amsterdã. Comprei também outros dois livros que estavam na Whilist Natalina lá por meados de Dezembro. Esse livro, foi o único que não entrou na Whilist Natalina mas, contará para o Book Haul do semestre. Esse livro custou 50 golpes é o livro mais caro da estante!

Paris Geller (Um personagem nervoso)




O comportamento de Early do livro Em Algum Lugar nas Estrelas, da Clare Vanderpool como "menino estranho" não é descrito com nenhuma sindrome. A síndrome de Asperger, uma forma branda de autismo só seria descoberta muito tempo depois da Segunda Guerra o que deixou a história do personagem com um pouco mais de levesa apesar dos problemas que ele aparentava em seu comportamento.

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11 outubro 2017

Entrevista com a autora: Becky Chambers ( A LONGA VIAGEM A UM PEQUENO PLANETA HOSTIL)



Becky Chambers segue os passos do pioneiro Ursula K. Le Guin (A Mão Esquerda Na Escuridão e Despossuídos), e inclusive presta homenagem à inventora do ansible, um dispositivo de comunicação interplanetária, em sua obra. A visão feminina e acurada de autoras como Becky e Ursula permite desconstruir velhos clichês e quem sai ganhando são os amantes da literatura sci-fi — de todos os gêneros e espécies. Milhares de leitores em todo o mundo já embarcaram nas páginas desta que é A Longa Viagem a Um Pequeno Planeta Hostil.

Uma das coisas mais visíveis é o escopo da história. Você não se limitou a apenas algumas raças alienígenas ou planetas ou tecnologias, é um mundo cheio de novos conceitos para o leitor explorar. Isso era algo importante para você, concentrar o foco no mundo rico?

​BC: Sim, muito. Nosso próprio planeta tem tantas culturas diversas e diferentes sociedades e idéias diferentes flutuando. Sou muito de opinião que a galáxia em geral, se houvesse outras civilizações por aí, seria igualmente diversificada. Eu queria tornar a experiência tão rica quanto possível. Eu não queria que houvesse duas ou três outras pessoas saindo por aí, queria que fosse um lugar muito vibrante e completo para os personagens explorarem.


Rosemary é uma humana e mais novo membro da tripulação da Andarilha, e ela serve - na moda típica de ficção científica - como nosso ponto de entrada na história. Mas não ficamos só com este ponto de vista por muito tempo, e isso parece uma subversão de um clichê estabelecido. Por que você escolheu ter diferentes narradores?


BC: Eu acho que é mais interessante, honestamente. Se você apenas fica com um personagem, você só obtém seu ponto de vista, e a realidade é sempre subjetiva, sempre com base nos pontos de vista e experiências da pessoa que a examina. Embora eu tenha minhas idéias sobre como funciona a galáxia, eu queria ver isso através de muitas perspectivas diferentes. Eu acho que isso, com sorte, cria um lugar melhor para que o leitor tire suas próprias conclusões sobre o mundo em que esse livro está configurado, porque você está recebendo tantas idéias diferentes sobre isso, ao contrário de apenas uma pessoa dizendo "aqui é assim porque é assim que eu vejo isso ".

E até mesmo os humanos são muito menos unificados do que o esperado. Há o pacifismo extremo dos que abandonaram a Terra, e uma xenofobia das pessoas que ficaram. Eu sinto que não é algo que vemos na ficção científica com muita frequência. Muitas vezes, esta é uma perspectiva humana muito individualista e norte-americana, e diferente é o que a humanidade realmente é.

BC: Isso foi algo que eu tentei fazer também. Eu sou uma grande fã de óperas espaciais em todos os sabores e encarnações, mas a maioria das que tive acesso é de origem norte-americana ou britânica. Sempre me incomodou que mesmo saindo para o espaço o que vemos é a sociedade ocidental como paradigma dominante, e bem, não! Na realidade haveria muitas coisas diferentes. Nós também estamos falando no futuro que a sociedade ocidental como a conhecemos não é mais a mesma coisa, as pessoas são infinitamente mais definidas por que planeta ou navio eles cresceram, e não de que parte da Terra eles vieram. Isso fez sentido para mim, que se estamos falando de algo de centenas de anos no futuro, você não verá as mesmas divisões sociais que temos agora. Seria totalmente diferente.


​Outra coisa interessante foi a inclusão do romance queer de forma muito casual e normalizada. E, infelizmente, isso também ainda é novidade no gênero (ficção-científica).


​BC: Era importante para mim. Sou gay, então é importante para mim escrever futuros em que me sinto bem-vinda. Sempre que alguém está escrevendo ficção científica, eles estão escrevendo o futuro que eles querem ver. Ou se eles não estão, o futuro que querem alertar as pessoas contra. Para mim, é assim que gostaria que o futuro se tornasse. Ter diferentes sexualidades ser um assunto muito discreto e comum era importante para mim incluir.


Cada parte da história, desde o desejo de Lovey [a Inteligência Artificial da nave] por um corpo feminino até a espiritualidade de Ohan, pega um conceito estabelecido de ficção científica, como o android feminino ou o triunfo do progresso científico sobre a religião, e se afasta em uma direção inesperada. Parece que você se divertiu muito com esses clichês, usando-os para escrever algo muito novo e acolhedor.

BC: Eu me diverti muito brincando com essas coisas. Estou construindo a partir de uma vida inteira de Star Trek, Star Wars e Farscape. Estas são todas as coisas que me inspiraram a escrever ficção científica, em primeiro lugar, além da literatura, então entrei com uma cabeça cheia de clichês, perguntando "ok, o que posso ajustar, com o que posso brincar?" foi ótimo, muito divertido.

A história foi comparada a muitas histórias espaciais diferentes, como Firefly, mas uma das maiores diferenças foi que houve uma leveza para o livro. Essa era uma decisão consciente em termos de tom? Ou foi você se divertindo?


BC: Essa coisa de Firefly sempre me faz rir, porque eu não tinha assistido quando comecei a escrever o livro. Para mim, são histórias muito diferentes; É complicado porque estou julgando isso de um ponto de vista completamente não-objetivo. Eu acho que todos eles jantam juntos e a nave está meio caindo aos pedaços, mas além disso, na medida em que a leveza dele vai, era algo que eu fiz com muita intenção. Eu amo a ficção científica de todos os tipos e tons diferentes, mas há uma tendência definitiva hoje em dia para a ficção científica que é muito pesada, se não pessimista, no tom. É muito sombrio, e é compreensível. A narração de histórias sempre reflete os tempos em que vivemos, e estamos vivendo uma era em que estamos lidando com problemas em uma escala planetária. Estamos lidando com questões sociais desagradáveis ​​e feias, e é um momento assustador de muitas maneiras. Eu não acho que seja um acidente que muita ficção científica que estamos vendo tende a ser muito próxima do futuro, pós-apocalíptico ou muito sombrio. Temos medo do nosso futuro, temos medo do que acontecerá depois. Eu acho que é importante ter histórias que refletem o que estamos sentindo no momento, mas é igualmente importante ter histórias que nos dê algo para se ter esperança. Não vale a pena sobreviver se você não está apontando para algo melhor. Foi isso que eu pretendia fazer com este livro. Ele trata de algumas coisas difíceis e há referências a uma história da Terra passada que foi desafiadora, mas a atual linha de tempo é muito "mas nós conseguimos isso, e é por isso que toda essa luta valeu a pena." Eu queria que fosse um livro em que o leitor se sentiu confortável, gostou de estar dentro. Um livro que não fosse como um soco no estômago, mas que fez você querer ser parte desse futuro.



Num assunto semelhante, outro aspecto interessante desta história é a forma alternativa de resolução de problemas. Um dos maiores conflitos da história é resolvido através da apresentação da documentação certa e reflete-se em uma conversa sobre os tipos de jogos desenvolvidos por cada espécie. Os jogos humanos são todos sobre conflito e competição, mas os seres humanos como um grupo, pelo menos na Andarilha, evoluíram claramente além desse ponto. Isso também é parte do seu - embora não seja bastante utópico, certamente acolhedor - futuro?


BC: Sim, as óperas espaciais também tendem a ter um toque militar. Mais uma vez, eu gosto de grandes espaçonaves e armas de laser, tanto quanto qualquer um, mas em termos do que nossa espécie poderia aspirar, não vejo o colonialismo e disputas por território como inevitáveis. Eu não acho que todos os problemas devem ser resolvidos com quem tem as maiores naves e as maiores armas. Às vezes, isso é eficaz, mas é um pouco mais interessante encontrar maneiras diferentes de falar sobre grandes conceitos sem recorrer a violência física.


É muito claro que os personagens estão lidando com esses grandes conceitos de ficção científica em todo o livro, mas estão lidando com isso em pequenos momentos, em suas interações uns com os outros como amigos e colegas de trabalho. É quase doméstico, e isso é renovador, como você disse, dada a cena atual do gênero.

BC: Eu gosto de colocar o leitor nesse contexto doméstico. Essa foi outra coisa importante para mim, que as óperas espaciais sempre se concentram em heróis. Eles se concentram em heróis militares ou em algum tipo de heróis sociopolíticos, seus heróis rebeldes, e eu amo isso, mas acho que isso também é um reflexo de como nossos programas espaciais do mundo real sempre foram. Não vemos espaço como algo de que todos possam fazer parte. Durante os primeiros dias da corrida espacial, você está falando sobre pilotos de teste, a elite militar. Agora estamos à procura de algo muito diferente em astronautas, mas é a elite intelectual. Com o advento do turismo espacial, agora é se você tem dinheiro suficiente. Se você estiver no percentual, você pode entrar no espaço. Nós tendemos a ver espaço como um algum lugar onde só o melhor de nós irá. Eu queria criar uma configuração em que o espaço fosse como um lugar para todos. Esta é uma história sobre as pessoas comuns que vivem dentro de uma sociedade intergaláctica, as pessoas que atravessam o espaço-porto por trás dos heróis, que normalmente não estão na vanguarda da história. Essa foi a minha principal força motriz ao escrever isso.






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07 outubro 2017

Resenha: Filha Das Trevas



Sobre o que é o livro? 


Ladislav Dragwlya, ou apenas Lada, nasceu filha de Vlad Dracul, o voivoda da Valáquia e irmão daquele que comandava o território. Como um homem que anseia pelo poder, Vlad almeja a posição do irmão e, claro, filhos homens para carregar seu legado. Com o nascimento de Lada, não há nenhuma satisfação na relação, mas um imenso desejo da menina de provar o seu valor ao pai.

"Somos aquela árvore, desafiamos a morte para crescer"

Para tal, ela vai tentar ao máximo possível se aproximar do que um garoto faria, diria ou aprenderia, mas isso pode não ser o suficiente. Em 1435, tudo o que uma jovem garota deve fazer é aprender a se portar como uma dama e preparar-se para o casamento e, mesmo que ela saiba manejar uma espada ou consiga ir de um lugar ao outro sem ser vista, o que os homens veem ao olhar pra ela, quando a enxergam, é apenas uma menina.

Com a sombra do irmão mais novo Radu e a vontade de trilhar seu caminho, Lada ficará cada vez mais forte e fechada em si, até que sua vida toma um rumo inesperado e ela terá que se adaptar a uma realidade onde ela é ainda menos do que antes, e onde precisará conquistar o seu espaço de uma forma diferente, com novo aliados. Em um jogo político de domínio, religião e traição, a lealdade a seus valores e sua inteligência podem ser tudo o que ela precisa pra conseguir o que quer.

Vale a pena?

Esse foi o livro que veio na mala do mês de agosto do turista literário. Eu nunca tinha ouvido falar dele e de cara a sinopse me encantou. Porém, a narrativa da história se baseia em fatos históricos... Licença poética de criação... Apresenta personagens e momentos importantes para a Valáquia, os Saxões e o Império Otomano.

Recriando em cima de Vlad, o Empalador e Mehmed, o Conquistador, Kiersten White muda o sexo do primeiro para nos presentear com Lada, e sua incrível jornada em se tornar alguém com renome em um mundo onde mulheres não tinham voz ou querer. Se passando nos anos 1400 e começando na infância dos personagens, época onde historicamente muito pouco foi documentado sobre em quem se baseiam, White também tem mais liberdade para dar solidez à trama ao criar os pilares das relações e da construção de cada um.

Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano... Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história.  Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta...



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25 setembro 2017

UNBOXING TURISTA LITERÁRIO - FILHA DAS TREVAS

O Turista Literário é um serviço de assinaturas que tem crescido bastante nos últimos tempos. As caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado.
No site há a aba "dica do livro", onde eles dão pistas sobre o livro do mês. E para o mês de agosto a dica era que o livro traria uma temática feminista e a história se passaria num lugar jamais antes visitado pelo balãozinho do Turista Literário.

Livro: Filha das Trevas
Autora:Kiersten White/ Saga da Conquistadora # 1
Editora: Plataforma 21
Páginas: : 472

Sinopse: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo.

Lada despreza os otomanos. Em silêncio, planeja o retorno a Valáquia para reclamar aquilo que é seu. Radu, por outro lado, quer apenas se sentir seguro, seja onde for. E quando eles conhecem Mehmed, o audacioso e solitário filho do sultão, Radu acredita ter encontrado uma amizade verdadeira – e Lada vislumbra alguém que, por fim, parece merecedor de sua devoção. Mas Mehmed é herdeiro do mesmo império contra o qual Lada jurou vingança – e que Radu tomou como lar. Juntos, Lada, Radu e Mehmed formam um tóxico e inebriante triângulo que tensiona ao limite os laços do amor e da lealdade.

Avaliação: ★★☆☆☆

O que veio na malinha do mês?



/colecionandoprimaveras


➡️ Item para estimular a visão 👀 Livro: FILHA DAS TREVAS
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➡️ Item para estimular o olfato👃PALÁCIO DO SULTÃO; INCENSOS: Acenda o incenso e sinta o aroma intenso do palácio do Sultão; MANDALA OTOMANA; INCENSÁRIO: A incrível arte e arquitetura Otomana podem ser vistas até hoje nas mesquitas da Turquia. O turista literario fez um incensário inspirado nessa estética e com elementos da história;
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➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify

➡️ Souvenir de viagem 💝CADERNINHO INTELIGENTE - este souvenir não vão sair da sua mochila ou bolsa! Além da linda arte da Pri Mizuh, inspirada na história, as páginas deste caderno entram e saem, vão na impressora e é possível adquirir refis e outros itens.
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➡️ Conteúdos extras 💏 Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.





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10 agosto 2017

#MLI2017 - Resultado das Leituras


Eu participei da Maratona Literária de Inverno (#MLI) pela primeira vez em 2015.

Os livros que escolhi para a minha TBR foram livros que eu pretendia ler, sem seguir nenhum tema proposto pela Maratona as minhas escolhas literárias eram livros estavam na parte dos livros não lidos há um tempinho... Naquela época, Seria um mês de LEITURA INTENSA! Porque eu estava de recesso da faculdade e o meu estágio terminaria em junho... Porém, escolhi acrescentar um mês no meu estágio de Psicologia (estagiei nas férias!).Resultado: Flopei!

Esse ano, Eu escolhi os livros para ler na Maratona de acordo com os desafios propostos pelo Victor do canal Geek Freak. Os níveis eram; fáceis, intermediários ou hardcore. O que eu escolhi foi o Nível Fácil. (Ler um livro com a capa azul: Passarinho - Crystal Chan, Ler um livro com menos de 200 páginas: A probabilidade Estatística do Amor e Ler um livro que você comprou pela capa: Tudo aquilo que nunca foi dito Marc Levy.

A grande diferença do ano anterior, foi o " sucesso " dos posts que eu falo dos livros que escolhi para a Maratona Literária de Inverno e a resenha do livro Em Algum Lugar nas Estrelas que foi um "esquenta" para a MLI.
Eu li até a página 100 do livro A probabilidade Estatística do Amor a leitura foi se arrastando e acabou empacando e não consegui conciliar essa leitura chata com o dia-a-dia e antes de ter uma ressaca literária resolvi então, abandonar a leitura... E ler outros livros que não estavam na minha TBR.


Ler um livro com menos de 200 páginas: A probabilidade Estatística do Amor 
Em uma dessas saídas encontrei o livro versão chuchu com capadura do livro O Pequeno Príncipe da editora Agir e é uma das leituras que eu mais gosto de re-ler quando tenho alguma oportunidade.


Comprei a trilogia “O Lar da srta. Peregrine para crianças peculiares”. E já li o primeiro livro da trilogia e pretendo resenha-lo contando as minhas impressões dessa história fantantica!


O livro do mês de Julho do Turista Literário foi o livro ECOS, da premiada escritora norte-americana Pam Muñoz Ryan pela editora Darkside, é uma fábula como há muito não se via – ou se ouvia. 


“Um conto de fadas dark, que resgata o melhor da tradição dos irmãos Grimm, combinado com delicados momentos do século XX, como as duas grandes guerras e a Depressão econômica que assolou os Estados Unidos nos anos 1930. O resultado é uma fantasia histórica repleta de perigos e beleza, emoldurada pelo poder da música.„

Alguém aí participou da maratona? Como foi? 
A idéia dessas maratonas é ler mais livros do que você é acostumado a ler. Acredito que não flopei pois, li outros livros... Pretendo ler os livros que inclui na minha TBR em outro momento, como fiz nas maratonas passadas. 

Foi muito gratificante participar da Maratona Literária de Inverno de 2017 e pricipalmente por recerber tanto carinho e incentivo por meios dos comentários de vocês e eu já vou ficar esperando a maratona de verão!


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05 agosto 2017

Minha Primeira Experiência com o Turista Literário

O Turista Literário é uma caixa surpresa de livros por assinatura que promove uma experiência sensorial única no universo onde o livro é ambientado. Eu amei o conceito, a ideia é que os itens escolhidos levem o leitor, através dos sentidos, para o local do livro. É interessante, já que ajuda a verdadeiramente se afundar na história.


Demorei para garantir a minha primeira mala. Não foi barato: a assinatura é R$ 71,90 + R$15,00 de frete. Mas posso dizer que valeu cada centavo.


A primeira mala de Julho eu recebi essa semana O livro do mês foi Ecos, da Pam Munoz Ryan. Junto com o livro, vieram uma caixa com um cordão com o pingente de uma gaita magica gravado a profecia "Seu destino não esta selado..."  repousado das cascas dos tipos de arvore conivera que compõe a Floresta Negra . O Bolo da Tentativa que também é mencionado no livro; e um souvenir de viagem, é um fone de ouvido, com arte inspirada no livro. Além disso, também é apresentado um QR Code para você ouvir uma playlist enquanto lê.


Também recebi o marcador de página:do próprio Turista Literário e os livros da editora Darkside vem com um a fita setim como marca-páginasAinda não li a história, já que infelizmente não tive tempo (leia-se: estou terminando de ler o primeiro livro de uma trilogia), mas logo lerei e conto aqui o que achei.


Ah, outro detalhe super legal é que veio um passaporte do Turista Literário e todo mês receberemos um selo para colar nele e ir acumulando nossos destinos. O que é mais encantador é todo o cuidado com que os itens foram escolhidos. Nada está ali por acaso. Pelo contrário, foi tudo bem pensado para aumentar a experiência da leitura.


Na minha primeira malinha eu fui atras de Spoiler's (sabia que erra o livro Ecos da ed. Darkside) e mesmo assim me surprendi com os "souvenir de viagem" no próximo mês eu nem li as dicas do site do TL para não ficar fuçando atrás de spoilers.

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23 maio 2017

TAG: Habitos de leitura


Hoje é Terça- Feira.
E nas terças, teremos o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s na qual eu fui tagueada (ou não).

Em 2014, eu respondi a Tag Liebster Award com 11 perguntas sobre o meu blog pessoal e um pouco da minha história no mundo da blogosfera. A Dani, do blog Sem formol não alisa foi indicada pela Lady Sybylla a responder 11 perguntas sobre os seus hábitos literarios como a Tag Liebster Award. 


1. O hábito de leitura vem de onde?

Olha, esse hábito é tão antigo que eu nem sei ao certo... Eu fui alfabetizada com 7 anos e fui uma das primeiras crianças da classe que conseguia juntar as letrinhas e formular palavras. Desde então, eu adorava ler os autdoor quando eu voltava de carro do trajeto escola para casa mostrando que eu já sabia ler... Desde então: eu leio gibis, revistas e livros... etc

2. Você prefere livros físicos, ebooks, ou os dois?

Eu sou team papel e lombada. Eu gosto do cheiro de livro novo, gosto do amarelado de livro velho. Gosto das texturas, da experiência sensorial. Gosto de ver a estante cheia e de organizar os exemplares por cor, por autor, por gênero…

3. Você tem e-reader?

Não.

4. Qual seu gênero literário preferido?


Cronicas, romances, dramas e biografia.


5. Lê literatura brasileira?


Sim, eu faço questão de ler livros nacionais e de indicar livros nacionais para as pessoas. Sou uma super defensora da literatura brasileira. O nosso mercado editorial esta crescendo cada vez mais...Tem cada vez mais gente lendo, especialmente as crianças e adolescentes. Porém, os preços dos livros nacionais são mais caros que os livros estrangeiros nas livrarias fisicas ou não. Acho importante encontrar um equilíbrio e valorizar nossa literatura também.


6. Gosta de ler resenhas antes de comprar um livro?

As vezes... Geralmente, leio no máximo uma sinopse, a orelha ou a contracapa antes de ler um livro. Gosto muito também de pegar um livro "pela capa" #mejulguem sobre o qual eu não sei absolutamente nada, por exemplo, e me jogar sem saber o que esperar. Também costumo ler resenhas para ver as fotografias e ver a "qualidade" do livro... 


7. Qual sua série literária favorita?


Não costumo ler séries literárias. Confesso que rola uma preguiça de ler tantos volumes.

8. Lê, em média, quantos livros por mês?


Eu leio em média dois livros por mês. Confesso que ando um pouco preguiçosa para a leitura (recém formada né?).


9. Tem preconceito com algum gênero literário? Por quê?


Não deveria, mas tenho. A faculdade de Psicologia reforçou o meu preconceito com livros motivacionais e de auto-ajuda... Livros biograficos de pessoas que tem menos de 30 anos (youtubers...) que não tem uma história de vida realmente fascinante.

10. Compra livros online ou prefere ir à livraria?

Prefiro ir à livraria... As livrarias mais conhecidas ficam dentro dos shopping´s (Livraria Catarinense, Saraiva e Nobel) os preços costumam variar de uma livraria para outra e cada dia abre um Sebo novo.... Aqui na minha cidade, tem livrarias mais especificas: existem livrarias evangélicas, livrarias espíritas e livrarias católicas. 

Florianópolis, é uma cidade complicada para quem ama arte. Tem teatro, cinema museu, música etc. Porém, a cultura é para elite $$$$ Eu vou nas livrarias aqui da minha cidade... Eu gosto do cheiro de livro novo, gosto do amarelado de livro velho. Gosto das texturas, da experiência sensorial...


11. Autor ou autora da qual você não perde um livro sequer? 

Depois de ler o Livro A Culpa das Estrelas do autor Jonh Green e ter simplesmente amado a leitura eu fui lendo praticamente TODOS os livros desse mesmo autor. 


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11 maio 2017

PROJETO FOTOGRÁFICO | ANGULO LITERÁRIO #4 : Mamães na Literatura




No mês de Maio, o tema escolhido para o projeto fotográfico foi dia das mães, ficou meio que em aberto para que pudéssemos escolher da melhor forma algo relacionado as mães e cada um fazer do seu jeito. 

Esse mês, eu resolvi fazer um TOP3: Mamães na literatura das várias mamães que existem na literatura. As mulheres que fazem um papel Extraordinário como mães.


 A Guerra que Salvou a Minha Vida



A Inglaterra estava contra a Alemanha, o mais seguro a fazer era mandar todas as crianças de Londres para cidades do interior, para morar com outras famílias. Inicialmente sua mãe deixou apenas James ir, mas Ada resiste e consegue fugir. Os dois irmãos então embarcam para essa nova etapa, mas as coisas não são fáceis. Eles não recebiam muitos cuidados maternos, não sabiam ler e escrever e até não sabiam como funcionavam algumas atividades básicas do dia a dia. Então eles tinham muitas coisas a aprender. Ao chegarem na cidade, eles são os últimos a serem escolhidos para novos lares, e iniciam uma convivência com Susan, que nunca quis ter filhos e não sabe como cuidar de duas crianças. Essa reviravolta faz com que Ada tenha mais liberdade e comece a perceber que ela é uma pessoa importante e tem total direito e possibilidades de conhecer o mundo lá fora.

CAZUZA - SÓ AS MÃES SÃO FELIZES

https://livroemcena.wordpress.com
Em um depoimento dado a Regina Echeverria, num tom quase de confidência, Lucinha Araújo relata todos os fatos marcantes de sua vida com seu único filho, o famoso cantor e compositor Cazuza, morto em 1990, em consequência da Aids. Só as Mães são Felizes, além de muito revelar sobre a vida de Cazuza, não só através do texto, mas em quase uma centena de fotos, também é uma ótima oportunidade para se conhecer a forte personalidade de Lucinha Araújo.


Reconstruindo Amélia



Sinopse: Kate Baron, uma bem-sucedida advo­gada, está no meio de uma das reuniões mais importantes de sua carreira quando recebe um telefonema. Sua filha, Amelia, foi suspensa por três dias do Grace Hall, o exclusivo colégio particular onde estuda. Como isso foi acontecer? O que sua sensata e inteligente filha de 15 anos poderia ter feito de errado para merecer a punição?



não deixe de conferir as fotos das outras meninas participantes do projeto: 


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03 maio 2017

Resenha: A Guerra Que Salvou a Minha Vida





”Ela teve a chance que Anne Frank não teve. A Guerra que Salvou a Minha Vida é um livro sobre as muitas batalhas que nós precisamos vencer para conquistar um lugar no mundo. A Segunda Guerra vista pelos olhos de uma menina que se transforma em uma refugiada em seu próprio país.”


A Guerra Que Salvou a Minha Vida Kimberly Brubaker Bradley
Ano: 2017/ Páginas: 240
Idioma: português
Editora: DarkSide Books



A Guerra que Salvou a Minha Vida é um lançamento da DarkSide Books, é a primeira Editora do Brasil dedicada ao terror e à fantasia A editora criou uma coleção Darklove com histórias sobre a força feminina na literatura. Escrito pela autora Kimberly Brubaker Bradley. Vencedor do Newbery Honor Award e primeiro lugar nos mais vendidos do New York Times, assim como é adotado em diversas escolas nos EUA.
“Minha casa era uma prisão, eu mal suportava o calor, o silêncio e o vazio”
 A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”. Enquanto seu irmão James – ao qual ela é muito apegada e serve de motivação para que ela siga em frente – pode sair e descobrir o mundo brincando com as outras crianças, ela precisa ficar isolada em seu apartamento, pois sua mãe a considerada uma vergonha e acredita que ela não é merecedora de ser feliz pela deficiência que tem.
-“Você não passa de uma desgraça! ” Ela gritava. 
“ Um monstro, com esse pé horrível! ” Acha que eu quero que o mundo todo vendo a minha vergonha? ”
Além da "guerra pessoal" que Ada vivia com os abusos e maus tratos e da sua mãe. A guerra mundial em que seu pais iria enfrentar, daria a ela a chance de sair daquela casa e assim, quem sabe, todo aquele sofrimento acabariam.


A Inglaterra estava contra a Alemanha, o mais seguro a fazer era mandar todas as crianças de Londres para cidades do interior, para morar com outras famílias. Inicialmente sua mãe deixou apenas James ir, mas Ada resiste e consegue fugir. Os dois irmãos então embarcam para essa nova etapa, mas as coisas não são fáceis. Eles não recebiam muitos cuidados maternos, não sabiam ler e escrever e até não sabiam como funcionavam algumas atividades básicas do dia a dia. Então eles tinham muitas coisas a aprender. Ao chegarem na cidade, eles são os últimos a serem escolhidos para novos lares, e iniciam uma convivência com Susan, que nunca quis ter filhos e não sabe como cuidar de duas crianças. Essa reviravolta faz com que Ada tenha mais liberdade e comece a perceber que ela é uma pessoa importante e tem total direito e possibilidades de conhecer o mundo lá fora.


A Guerra que Salvou a Minha Vida tem narração clara em primeira pessoa, com capítulos curtos. As palavras de Kimberly fluem com a capacidade incrível de transportar o leitor em uma imersão na história. A edição física do livro é de longe uma das mais caprichadas da editora e uma das mais lindas que já vi. A capa do livro tem relevos com desenhos com cores antigas e desenhos que imitam tecidos costurados e desenhos de botões.




Os personagens são encantadores: Susan tem um coração maravilhoso apesar do sofrimento pela morte prematura da irmã e e descobre nela mesma a capacidade de amar, educar e se importar com o futuro de duas crianças como se fossem seus próprios filhos. James o irmão mais novo de Ada é um menino encantador e nos apresenta aquela típica inocência da infância. Ada a protagonista, nos arranca lagrimas perante tanta persistência em ser feliz, em provar para ela mesma que sua deficiência não a define e que ela não precisa se esconder das pessoas e do mundo por isso.



O crescimento dos personagens ao longo da trama acontece conforme a guerra avançava. Se dá, quando os personagens: Ada, James e Susan se encontram em uma realidade que nenhum dos três estavam preparados. A Ada, por conta de todas as agressões que sofreu durante a vida, tem resistência a achar que realmente está bonita, que merece amor e que outras pessoas gostem de estar ao lado dela, e é lindo ver como a autora explora a melhora disso. Outro fator interessante é que o livro está cheio de referências a outras histórias, como Alice no País das Maravilhas, Peter Pan e Os Robinsons Suíços.

Ele achou que eu estava mentindo, ou, na melhor das hipóteses, exagerando. Agora voltava a encarar o meu pé ruim. Senti uma onda de calor subir pelo meu pescoço. Pensei no que a Susan faria. Espichei o corpo, cravei os olhos no homem e disse, empertigada: ”Meu pé ruim fica muito longe do meu cérebro”.
Essa história é maravilhosamente marcante! É a minha leitura preferida desse ano. Um ponto que me tocou bastante, é que em várias partes a autora deixa claro que os dois irmãos não sabem ler ou não sabem o nome de atividades simples do dia a dia, e era necessário um adulto e Susan se tornou aos poucos uma mãe ideal para aquelas crianças... Ada me arrancou lagrimas e risos durante a sua trajetória em vê-la perceber que é capaz de muitas coisas, algumas até que ela nem imaginava. Senti cada emoção junto com os personagens – 


Para quem já gosta de romances que se passam durante a Segunda Guerra, e até para os iniciantes no assunto, eu indico a leitura de A Guerra que Salvou a Minha Vida, pois ele nos faz refletir até mesmo sobre o modo como levamos nossas batalhas pessoais e nos emociona com um tema tão profundo.




”Eu tinha perguntado. Persistência era não desistir de tentar.”

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