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11 de dezembro de 2017

Blogmas #11: Entrevista com o autor: Jonh Grenn




Como você quis descrever Indianápolis, onde você nasceu e agora vive?

JG: Minha esposa, Sarah e eu vivemos lá há 10 anos e eu adoro isso. Eu queria escrever sobre isso do jeito que penso que a maioria dos adolescentes se relaciona com suas cidades natais - eles têm um certo carinho pelo lugar de onde são, mas eles vêem com grande clareza o que há de errado com o lugar de onde eles são.

De onde veio essa história? Como você chegou com a idéia de ter um bilionário fugitivo para impulsionar a ação?

JG: Eu queria escrever uma história de detetive sobre um detetive cujo transtorno cerebral não o ajuda. Porque há tantas histórias de detetive sobre pessoas obsessivas que são detetives brilhantes por causa de sua obsessão e minha experiência com obsessão tem sido mais ou menos o oposto completo. Eu queria escrever uma história de detetive onde o enredo continua sendo interrompido pela incapacidade dessa pessoa de viver no mundo da maneira que ela quer. E então eu precisava de algum mistério grande, um tanto fantástico. Eu também queria escrever sobre as formas em que diferentes tipos de privilégios se cruzam na vida das pessoas e as formas em que eles te cegam.

Você foi extremamente aberto ao falar sobre suas próprias lutas com doença mental. Como foi escrever sobre o tipo específico de TOC e a ansiedade que você sofre?

JG: Eu tive que escrever com uma distância suficiente de mim mesmo para que isso fosse OK, para que eu me sentisse seguro. E então, Aza tem um foco diferente de suas preocupações obsessivas e dos comportamentos que ela usa para gerenciá-los. Ainda não posso falar diretamente sobre minhas próprias obsessões. A palavra gatilho se tornou tão amplamente usada na cultura popular, mas qualquer um que experimentou um ataque de ansiedade sabe o quanto eles o querem evitar. Foi realmente difícil, especialmente no início, escrever sobre essa coisa que era uma parte tão importante da minha vida. Mas, de outra forma, era realmente empolgante porque sentia que se eu pudesse dar forma ou expressão, eu poderia olhar para isso e eu poderia falar sobre isso diretamente, em vez de ter medo disso. E uma das principais coisas que eu queria fazer no livro era mostrar quão solitário pode ser viver com doenças mentais e também o quão difícil pode ser para as pessoas que estão à sua volta, porque você acaba se isolando.
Você enfatiza a idéia de que não há cura mágica para doenças mentais ao longo do livro. Por que foi importante para você transmitir essa mensagem?

JG: Nós realmente gostamos de histórias que envolvam a conquista de obstáculos e sejam sobre a vitória sobre a adversidade. E eu também adoro essas histórias. Só que essa não foi a minha história com doenças mentais e eu realmente não queria que fosse a da Aza. Para mim, não é algo que eu espero vencer na minha vida. Não é como uma batalha que eu espero ganhar. É algo com o qual eu espero viver e ainda ter uma vida plena.

O que te inspirou a usar as Tartarugas até lá embaixo - uma anedota que ilustra o problema com uma regressão infinita - como uma metáfora para a luta de Aza?

​JG: Eu amo essa história. Quando o ouvi pela primeira vez, eu era estudante universitário. Eu pensei que era sobre o quão estúpida é a superstição e como a ciência é certa e todos os outros estão errados. E agora percebo - ou penso agora - que esse não é o ponto da história. O ponto da história é que o cientista está certo, mas a velha disse que o mundo está apoiado em tartarugas por todo o caminho infinitamente, ela também está certa. Ambos estão certos, porque, obviamente, o mundo é uma esfera - não sou como um terraplanista ou algo assim - mas o mundo também são as histórias que contamos sobre ele. As histórias que contamos são importantes. Elas moldam o mundo real e moldam nossas vidas reais. Então, isso é muito útil para mim ao pensar sobre porque eu gosto de escrever e ler. Mas também é muito útil para mim, ao me lembrar de que eu tenho alguma escolha ao moldar minha própria experiência. Mesmo que eu possa ir por longos períodos de tempo onde eu não tenho controle sobre meus pensamentos e isso é assustador e desestabilizador para meu senso de si mesmo, eu tenho escolha na história da minha vida.

​Seus livros são lidos por pessoas de todas as idades. Mas como você se sente sobre a importância de incorporar questões como a doença mental em livros para jovens adultos?

JG: Eu acho que houve muitos bons livros jovem adulto sobre doenças mentais ao longo dos anos. Para mim, uma das razões pelas quais eu gosto de escrever livros jovem adulto é porque adoro compartilhar uma prateleira com os outros livros jovem adulto que estão sendo publicados agora. Eu apenas acho que é um momento realmente maravilhoso na literatura jovem adulta. Eu também gosto de escrever sobre adolescentes porque eles estão fazendo coisas pela primeira vez e é realmente intenso. E uma das coisas que eles estão fazendo pela primeira vez é fazer as grandes perguntas sobre o sofrimento e o que as coisas significam e se ter um significado é inerente à vida humana ou é algo que devemos construir.

Como você sente que este livro se encaixa na conversa atual sobre saúde mental e o impulso de muitos para desestigmatizá-la?

JG: Eu acho que algum progresso foi feitos na desestigmatização da doença mental. Penso que ainda há muitos estigmas no local de trabalho. Acho que infelizmente ainda há muitos estigmas em torno da contratação. Eu não sou um psicólogo, definitivamente não sou um especialista nestas coisas, mas um dos problemas com a estigmatização é que isso gera um isolamento. E eu realmente espero que possamos continuar a derrubar isso porque lembro-me de como eu sentia no ensino médio e era uma grande parte do que o fazia tão difícil de suportar.

Este é o segundo livro consecutivo que você escreveu a partir de uma perspectiva feminina. O que você acha mais desafiador sobre escrever personagens com os quais você não se identifica diretamente?

JG: Bem, sempre é um desafio. Qualquer personagem é uma espécie de pulo em empatia. Toda vez que você escreve da perspectiva de um personagem fictício, você está imaginando o que é não ser você. E essa é uma das coisas que eu amo sobre a escrita de ficção porque eu senti como uma fuga do meu cérebro, o que muitas vezes não é um lugar muito agradável de se estar. Espero que [Aza] pareça real às pessoas.

E você também teve essa grande amizade feminina entre Aza e Daisy neste livro.

JG: Sim, eu realmente queria escrever sobre amizade. Eu queria escrever sobre todos os diferentes tipos de amor que podem sustentá-lo e apoiá-lo. O amor romântico é aquele em que nos concentramos mais em nossa conversa cultural e certamente é muito importante para muitas pessoas. Mas para muitas pessoas, outros tipos de amor são os mais importantes. Quando eu estava no ensino médio, era o amor de meus amigos que me fez continuar.

Tartarugas até lá embaixo é o seu primeiro livro desde o enorme sucesso de A Culpa é das Estrelas. Você pode falar sobre sua experiência escrevendo após esse sucesso?

JG: Enquanto eu sentia como se estivesse escrevendo uma continuação, eu não estava escrevendo. Foi uma experiência maravilhosa e um privilégio incrível de ter tantas pessoas respondendo a esse livro tão gentilmente. Isso significou muito para mim, mas também significou que, quando eu comecei a tentar escrever novamente, senti como se houvesse pessoas olhando por cima do meu ombro e isso tornou [escrever] impossível por um longo tempo. Eu acho que era impossível por uma variedade de razões. Eu também acho que tive um período de má saúde mental, que acontece às vezes. Honestamente, senti que talvez eu não escrevesse outro livro e eu tinha que estar bem com isso.

​Você pode me contar um pouco sobre como você coloca tantas referências literárias em seu trabalho? Qual é o processo?

​JG: Nesta história, eles vieram ao longo da escrita ou, em alguns casos, antes. Algumas coisas foram aproveitadas de tentativas falhas anteriores de escrever um livro. Mas, como essa frase, em Ulysses, onde Molly Bloom diz: "O Jamesy me deixe sair disso", é algo que eu disse na minha própria vida para qualquer coisa que sinto que está me forçando a pensar esses pensamentos intrusivos. Isso é algo que eu disse milhares de vezes na minha cabeça ou em voz alta.

​Há algum autor de Jovem Adulto no momento que gostaria de destacar como merecendo mais atenção?

JG: O livro de Angie Thomas O Ódio que Você Semeia está recebendo muita atenção, mas deveria ter mais. Deve ser um livro que está sendo lido, penso eu, em todas as aulas de ensino médio no país. É um livro tão especial. Eu acho que vai ser lembrado da mesma forma como hoje falamos agora sobre Vidas sem rumo. Há também um livro chamado Piecing Me Together de Renee Watson, que é um olhar brilhante sobre o papel que a arte desempenha na vida dos jovens, mas também todas as diferentes maneiras que a raça, gênero e privilégio se cruzam na vida de uma jovem realmente extraordinária. Eu tenho pensado nesse livro sem parar nos últimos seis meses.

​O que está no seu radar? O que você está lendo agora?

JG: Acabei de terminar Little Fires Everywhere por Celeste Ng, que é incrível. É tão bom. Você lê as primeiras seis páginas e você fica “isso vai ser muito bom!”. E é muito bom do início ao fim.


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6 de dezembro de 2017

BLOGMAS #6: Projeto: (+) 12 Livros que li em 2017



No inicio do ano, eu me propus a entrar no projeto 12 livros em 2017  e talvez dobrar a meta... Fiquei com medo de fracassar e não escrevi nada por aqui apenas algumas hastags no aplicativo do Instagram:



MAMÃE É ROCK da Ana Cardoso, livro na mesma época que eu fui no evento do lançamento. As crônicas seguem a mesma linha do livro O Papai é POP do seu marido Piangers As crônicas sobre maternidade longe de ser romantizadas com uma pontinha de acides na medida certa que agrada as mamães, as futuras mamães e as pessoas que nem pensam nisso.[Resenha]

ESTRELA QUE NUNCA VAI SE APAGAR conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. [Resenha]



A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA: A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”..[Resenha]

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker.  Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.[Resenha]

ECOS: Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. [Resenha]

O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares: Jacob Portman cresceu ouvindo as histórias fantásticas que o avô, Abe, contava. Na época da Segunda Guerra Mundial, Abe havia morado numa ilha remota, num casarão que funcionava como abrigo para crianças. Lá, ele convivera com uma menina que levitava, uma garota que produzia fogo com as mãos, um menino invisível… Entretanto, todas essas histórias foram perdendo o encanto à medida que Jacob crescia. 



O Ódio que Você Semeia: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. [Resenha]

Filha das Trevas/ Saga da Conquistadora # 1: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo. [Resenha]

O Pequeno Principe: Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feita pelo autor que recontava suas experiências de aviação no Deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para o livro Le Petit Prince.

DORME, MENINO, DORME: Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos. Trabalhando um tema tão importante no imaginário infantil, do medo da perda, como uma cantiga, Herrera faz um texto rimado e ritmado que retoma uma estrutura de acumulação e repetição. Com ilustrações belas e marcantes em tons fortes e contrastes, Macuada recria um imaginário latino-americano que remete ao mundo rural e às tradições mais antigas dos grandes contadores de história.


O Menino Azul: Cecília Meireles tem um estilo voltado para a simplicidade da forma e marcado, ao mesmo tempo, pela riqueza das imagens e símbolos. 'O menino quer um burrinho/ que saiba inventar/ histórias bonitas/ com pessoas e bichos/ e com barquinhos no mar.' A suavidade de sua poesia encanta tanto criança como jovens e adultos. Em 'O Menino Azul', o imaginário infantil, tratado com leveza, é a tônica dos versos.


Tatu Balão: Conheça a história desse tatu-bola que sonhava em ser balão. Determinado, o tatu subia todos os dias no alto de uma montanha e se lançava desejando finalmente tornar-se tatu-balão. Será que ele conseguirá realizar seu sonho? Essa bela história sobre o direito de sonhar é contada em versos pela escritora Sônia Barros. O poema ganha mais beleza com as ilustrações de Simone Matias.




Em cima daquela Serra: O que é que está passando em cima daquela serra? Neste poema de Eucanaã Ferraz ilustrado por Yara Kono, além de passar boi e passar boiada, como na parlenda tão conhecida pelas crianças, outros bichos e outras coisas andam por aquele morro - uma égua pintada, goiaba e goiabada, carro e caminhão, balão colorido e avião. E às vezes até não passa nada.






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5 de dezembro de 2017

BLOGMAS #5: Livros sobre o Natal


Dezembro chegou! E com ele, o Natal se aproxima! Se você, assim como eu, adora entrar no clima de datas comemorativas e festividades lendo um bom livro sobre o tema, esse post é a sua cara. Selecionamos 5 livros lindos que trazem à tona a temática natalina em suas mais diversas formas.
Confira nossa seleção, emocione-se e prepare-se para o Natal!

DEIXE A NEVE CAIR


 Uma nevasca durante o Natal é o pano de fundo para três histórias de amor que se entrelaçam. Os contos que compõem Deixe a neve cair, escritos por três autores de grande sucesso entre os jovens, John Green, Lauren Myracle e Maureen Johnson, provam que o amor verdadeiro pode acontecer quando e onde menos se espera.


O PRESENTE DO MEU GRANDE AMOR



Histórias românticas que se desenrolam em meio às festas de fim de ano. Esse é o mote de O presente do meu grande amor, que chega às livrarias pela Intrínseca. A coletânea reúne 12 dos autores mais populares da atualidade, como Stephanie Perkins, Laini Taylor, Gayle Forman, Jenny Han, Rainbow Rowell e David Levithan, cada um deles imprimindo aos contos o próprio estilo, trazendo histórias que vão do cotidiano à fantasia e defendendo temas relevantes para o leitor jovem, como a necessidade de uma literatura que dê voz a uma diversidade maior de personagens, culturas e identidades.

UMA CHANCE PARA RECOMEÇAR


UMA GAROTINHA QUE PRECISA DE UMA FAMÍLIA. Em uma noite chuvosa, a pequena Holly perdeu a única pessoa que tinha no mundo: sua mãe. UM HOMEM QUE PRECISA DE UMA ESPOSA. A última coisa que Mark Nolan deseja é uma menina de seis anos morando em sua casa. Mas ele logo admite que vai fazer tudo o que puder para reconstruir a vida dela. O testamento de sua irmã lhe fornece as instruções: Você não tem escolha. Comece por amá-la. O resto virá por si. ÀS VEZES, TEM QUE HAVER UM POUCO DE MÁGICA...

ANJOS Á MESA


Shirley, Goodness e Mercy são anjos muito ocupados, especialmente durante as festas de m de ano. Junto com o aprendiz Will, elas se preparam para trabalhar na festa de Ano-Novo da Times Square. Will identi ca dois solitários no meio da multidão e decide que a meia-noite será o momento perfeito para dar um empurrãozinho e provocar um encontro. Então, por “acidente”, Lucie e Aren esbarram-se no meio da alegria da festa e a paixão é despertada. Marcam um encontro que não acontece e, da mesma forma como se encontraram, acabam se perdendo novamente pelo resto da vida. Ou será que não?

O PRESENTE


Se você pudesse pedir um único presente de Natal, o que pediria? Todos os dias, o impecável executivo Lou Su ern luta contra o tempo. Na empresa, está sempre correndo, participando de todas as reuniões, dando ordens por telefone. É sempre o primeiro a chegar e o último a sair. Quando está em casa, sua mente está constantemente no trabalho. Não usufrui da companhia da esposa (que, por sinal, nem sonha com as escapadas amorosas do marido) e não vê o crescimento dos dois filhos.




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16 de novembro de 2017

UNBOXING TURISTA LITERÁRIO - Uma Chama Ardente e Brilhante



O Turista Literário é um serviço de assinaturas que tem crescido bastante nos últimos tempos. As caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado.
No site há a aba "dica do livro", onde eles dão pistas sobre o livro do mês. E para o mês de outubro as dicas eram: 1) Vamos viajar para um país que já visitamos anteriormente com nosso balão; 2) Protagonista feminina em uma história com magia! 3) A história acontece no passado.



Livro:Uma Chama Ardente e Brilhante
Autora: Cluess, Jessica
Editora: Galera Record
Páginas: 336





Sinopse: O primeiro livro da série de Jéssica Cluess, perfeito para surpreender fãs de fantasias já bem habituados com magia, profecias e triângulos amorosos.

Henrietta Howel tem o poder de explodir em chamas. Quando é obrigada a expor suas habilidades ela tem certeza de que será executada. Apenas os feiticeiros podem usar magia, e nenhum deles é mulher. Ela se surpreende quando não só é poupada da guilhotina, mas também nomeada a primeira feiticeira em séculos. Ela é a garota profetizada, aquela que derrotará os Ancestrais – seres sanguinários que aterrorizam a humanidade. Henrietta então passa a treinar dia e noite com um grupo de feiticeiros ansiosos para testar as habilidades – e o coração – da garota da profecia. Mas será que Henrietta é mesmo a garota da profecia?

Avaliação: 




O que veio na malinha do mês? 


➡️ Item para estimular a visão 👀Livro: Uma Chama Ardente e Brilhante.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ Item para estimular o paladar 🍪 Caramelos do Agrippa; Para estimular seu paladar, sinta o sabor dos caramelos que Agrippa usa para presentear as crianças enquanto texta se elas tem algum poder secreto.



➡️ Item para estimular o olfato👃 Pacote dos Sonhos e as ervas terapêuticasAs ervas aromáticas ou ervas-de-cheiro são utilizadas há gerações na culinária, nos cosméticos naturais, nos banhos, nos chás, na decoração, no vestuário e em muitas outras formas. Suas propriedades medicinais são indicadas no tratamento e prevenção de doenças sendo também excelentes na manutenção da saúde e bem-estar.


Uma excelente e tradicional forma de uso é através dos travesseiros aromáticos, que agem acalmando o corpo e a mente. A prática de colocar ervas sob o travesseiro remonta há muitos séculos e foi feita originalmente para proteger contra o mal, acalmar os maus sonhos, trazer bons sonhos e, alguns acreditavam, até para prever o futuro. Não importa o motivo, os travesseiros de ervas são benéficos para adultos, crianças e até mesmo animais de estimação.

De acordo com a Aromaterapia, a mistura de ervas auxilia no tratamento contra stress, insônia, enxaquecas, problemas respiratórios, ansiedade, depressão e TPM, proporcionando um sono tranquilo, relaxante e reparador. As substâncias fotoquímicas que desprendem do aroma delicado e suave das ervas agem de forma terapêutica no sistema nervoso central. O recheio do Pacote dos sonhos que preparamos para nossos Turistas foi feito com uma mistura de 3 a 4 ervas:


Camomila: acalma e relaxa a mente, traz sensação de acolhimento; Lavanda: calmante, relaxante e alivia dores de cabeça; Pétalas de rosa: traz calor e amor, pode evocar sonhos românticos; Menta: É recomendada para proporcionar sonhos vívidos, ou bem claros.

➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify

➡️ Souvenir de viagem 💝porta-lápis/canetas/marcadores - como lembrança dessa história chia de facetas e personagens intrigantes. Criamos porta-lápis/canetas que serve também para guardar marcadores de livro cada lado apresenta uma a rte cheia de elementos da história, ilustrada pelo Leonardo Vidal.



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➡️ Conteúdos extras 💏 Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.




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4 de novembro de 2017

UNBOXING TURISTA LITERÁRIO - A Longa Viagem a Um Pequeno Planeta Hostil



O Turista Literário é um serviço de assinaturas que tem crescido bastante nos últimos tempos. As caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado.


Livro: A Longa Viagem a Um Pequeno Planeta Hostil
Autora:Becky Chambers
Editora: DarkSide Books
Páginas: 352
Ano: 2017

Sinopse: Você nem imagina os mistérios que existem do outro lado do universo. Se tiver coragem de desbravá-los, é melhor se preparar. Essa não será uma jornada rápida e os perigos podem surgir a cada momento, de onde menos se espera. A boa notícia é que você não estará sozinho. Milhares de leitores em todo o mundo já embarcaram nas páginas dessa que é A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil. O livro de Becky Chambers é um marco recente no universo da ficção científica. Lançado originalmente através de financiamento coletivo pela plataforma Kickstarter, ele conquistou a crítica especializada e os ainda mais exigentes fãs do gênero, sendo indicado para prêmios respeitados, como o Arthur C. Clarke Award e o Hugo Award. Um dos motivos do sucesso de A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil é a abordagem da história. Elementos essenciais em qualquer narrativa sci-fi estão muito bem representados, como a precisão científica e suas possíveis implicações políticas. 

O gatilho principal é a construção de um túnel espacial que permitirá ao pequeno planeta do título participar de uma aliança galáctica. Mas o que realmente torna único esse romance on the road futurístico e muito divertido são seus personagens. Instigantes, complexos, tridimensionais. 

A autora optou por contar a história de gente como a gente, ainda que nem todos sejam terráqueos, ou mesmo humanos. A tripulação da nave espacial Andarilha é composta por indivíduos de planetas, espécies e gêneros diferentes, incluindo uma piloto reptiliana, uma estagiária nascida nas colônias de Marte e um médico de gênero fluido, que transita entre o masculino e o feminino ao longo da vida. Temas como amizade, força feminina, novos conceitos de família, poliamor e racismo fazem parte do universo do livro, assim como cada vez mais fazem parte do nosso mundo. Becky Chambers segue os passos da pioneira Ursula K. Le Guin e inclusive presta homenagem à inventora do ansible, um dispositivo de comunicação interplanetária, em sua obra. A visão feminina e acurada de autoras como Becky e Ursula permite desconstruir velhos clichês e quem sai ganhando são os amantes da literatura sci-fi, de todas as espécies gêneros. Outras fontes ajudaram a formar a autora de A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil, Carl Sagan e Star Trek, por exemplo. Mas certamente suas influências estavam em casa. Becky é filha de um casal de cientistas espaciais e neta de um dos participantes do Projeto Apollo da Nasa. A ciência é algo importante na família. 

A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil é o primeiro livro de ficção científica da coleção DarkLove. Livros escritos por autoras com grandes histórias para contar, prontas para desbravar novos mundos. E ele consolida a DarkSide Books no fantástico universo de sci-fi. A editora já lançou Star Wars: A Trilogia, novelização dos três primeiros filmes da saga, e O Homem que Caiu na Terra, de Walter Tevis, romance que deu origem ao primeiro filme de David Bowie como ator, dirigido por Nicolas Roeg em 1976.

Avaliação: Leitura atual

O que veio na malinha do mês?



➡️ Item para estimular a visão 👀 LivroA Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil
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➡️ Item para estimular o olfato👃Sabonete da Kizzy (aroma de fruta-doce) inspirado nessa estética e com elementos da história;
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➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify

➡️ Souvenir de viagem 💝Almofada de pescoço e Nesta malinha de setembro estamos enviando um item muito inusitado: um taçajur! É basicamente um abajur usando uma taça de vinho como suporte.
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➡️ Conteúdos extras 💏 Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.




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26 de outubro de 2017

Semana 34: Livros que eu acho que todo mundo deveria ler:

Esse post faz parte do projeto 52X5 .
Explico melhor o projeto nesse post aqui.


Quando eu estava no 7° ano do fundamental tínhamos uma aula de literatura na biblioteca. Tínhamos que escolher um livro para lermos para fazer fichamento que valeria 25% da nota. As aulas de leitura na biblioteca eram as minhas preferidas e eu realmente gostava de ficar lendo. Às vezes, eu até me esquecia de prestar atenção nos papos animados das minhas amiguinhas na biblioteca... 


No projeto 52x5 dessa semana, eu irei escrever sobre as leituras que mais me marcaram nessa época:


Fonte:amanhaseradiferente
Eu li Balança Coração do Walcyr Carrasco quando eu estava no 7° ano do fundamental... Eu lembro que esse livro era disputadissimo entre as meninas da minha sala era a primeira vez que eu estava lendo um romance. A narrativa era sobre um romance entre Malu uma vegetariana radical e João um carnívoro convicto, ois jovens muito diferentes em sua forma de viver, mas iguais em seus sonhos e suas descobertas. é impossível não se apaixonar por esse casal tão diferentes.



O livro que mais me marcou veio em 1999 (um ano antes do que relatei acima...). O tal livro é Pretinha, eu? do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura. Eu tinha 13 anos nessa época e tinha recém mudado de escola por motivos de saúde... Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota se eu já não tivesse motivos e não sofresse o suficiente.



Depois daquela viagem, Diário de bordo de uma jovem que aprendeu a viver com AIDS. No tom coloquial próprio dos jovens, Valéria Polizzi relata com bom humor e descontração as farras com a turma de amigos, a dúvida entre "ficar" ou namorar, o despertar da sexualidade, a angústia diante do vestibular e muitas coisas que atormentam qualquer adolescente. Tudo isso seria perfeitamente natural se não fosse por um pequeno detalhe que iria fazer uma enorme diferença: Valéria contraiu AIDS aos 16 anos.

A autora mostra como, de repente, por causa de quatro letrinhas, sua vida passou por uma reavaliação radical. Ela expõe, sem meias palavras, como a doença mexeu com sua cabeça e com os seus sentimentos, ficando claro a sua resolução de preservar sua condição de ser humano a qualquer custo.
pausaparanerdices


A Droga da Obediência é o primeiro livro da série de personagens os Karas. Tive acesso à este livro no ano 2000, quando estava na 6ª série do Ensino Fundamental. Eles são um incrível grupo de adolescentes que proporcionam toda a aventura desse ótimo livro criado pelo prestigiado Pedro Bandeira."O grupo, criado como uma brincadeira por Miguel - agora com seu mais novo integrante, Chumbinho - acaba se envolvendo em um perigoso enredo com a droga da obediência, uma droga maléfica que faz com que os adolescentes fiquem apáticos.



O livro Extraordinário foi lançado em 2013. Quando eu li esse livro ainda na  pré-estreia...  Um sentimento de gratidão invadiu a alma! É impossivel não se sensibilizar com a história de Auggie Pullman, um garoto que sofre da síndrome de Treacher Collins, que causa deformação facial.

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18 de outubro de 2017

[T de TAG ] Gilmore Girls

Hoje é Quarta- Feira. Porém, teremos o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s na qual eu fui tagueada(ou não).


Gilmore Girls é minha série favorita da vida e sempre estou falando sobre as minhas séries favoritas aqui no Blog.Então, quando vi essa tag lá no Livros e Vagalumes, original do canal Pucksandpaperbacks, corri pra responder nos meus "Arquivos" e lá ficou até hoje. Nesse mês, a série fez 17 anos! e para comemorar irei responder Essa TAG que são dez categorias para associar personagens da série a personagens e livros.

Lorelai Gilmore
(Um personagem com um senso de humor sarcástico)




Auggie, de Extraordinário. Apesar de todas as suas dificuldades, esse menino ainda tem senso de humor e nos diverte em várias passagens do livro.

Rory Gilmore
 (Seu clássico favorito)






Um livro classico favorito é Alice no Pais das Marávilhas. Considero esse livro um clássico da literátura infantil.

Luke Danes 
(Um livro que você ama secretamente, mas tem vergonha de admitir)





O livro Cartas de Amor aos Mortos da autora Ava Dellaira pela editora Seguinte recebeu criticas severas pela narrativa da história ser por meio de cartas. Confesso que, nas primeiras páginas eu precisei um pouco mais de tempo para apreciar a narrativa da história que é por meio de cartas para cantores e outros artistas mortos que eram idolos tanto de Laurem a personagem principal quanto da sua irmã ja falecida.

(Um personagem musical): 




O jovem Friederich, ele tinha uma pequena deficiência em seu rosto, o que acabou afastando-lhe dos estudos. Seu pai e tio trabalhavam em uma fábrica de Gaitas. Um dia, ele circulando pela fábrica, encontra uma gaita diferente das outras. Foi amor á primeira vista. E toda vez que ele tocava com essa gaita, todos ao seu redor eram possuídos por uma chama de amor única.

Dean Forrester
(O primeiro personagem pelo qual você se apaixonou):




Eu li Balança Coração do Walcyr Carrasco quando eu estava no 7° ano do fundamental para fazer fichamento para a aula de literatura... Eu lembro que esse livro éra disputadissimo entre as meninas da minha sala era a primeira vez que eu estava lendo um romance. A narrativa era sobre um romance entre Malu uma vegetariana radical e João um carnívoro convicto, ois jovens muito diferentes em sua forma de viver, mas iguais em seus sonhos e suas descobertas. é impossivel não se apaixonar por esse casal tão diferentes.

Sooki St. James
(Um livro que você devorou)





Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança... A leitura que mais se aproxima da "A Culpa É Das Estrelas" com escrita tipica do John Green sem deixar o leitor entendiado. Li o livro em menos de uma semana, e não economizei nos post its pois, precisava marcar de alguma maneira as frases e passagens que eu achei bacana.

Jess Mariano (Um livro que você ama, mas que é muito odiado)





A Vida do Livreiro A.J. Fikry - Uma carta de amor para o mundo dos livros “Livrarias atraem o tipo certo de gente”. É o que descobre A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo. Aos poucos, A. J. reencontra a felicidade e sua livraria volta a alegrar a pequena Alice Island. Um romance engraçado, delicado e comovente, que lembra a todos por que adoramos ler e por que nos apaixonamos. Esse foi um livro muito criticado pelo nome do livro e pelo romance docinho mas eu adorei pois amo romances assim.

Miss Patty
(
Um livro que foi arruinado pelas expectativas)




O livro Filha das Trevas (Saga da Conquistadora #1) veio na mala do mês de agosto do turista literário. Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano. Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história. Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta...

Emily Gilmore
(
Um livro caro)




Comprei a nova edição de O Diário de Anne Frank publicada pela Editora Record, com capa dura e acolchoada. A capa imita o próprio diário da Anne e no interior tem algumas imagens do diário original que está em exposição na Casa de Anne Frank, em Amsterdã. Comprei também outros dois livros que estavam na Whilist Natalina lá por meados de Dezembro. Esse livro, foi o único que não entrou na Whilist Natalina mas, contará para o Book Haul do semestre. Esse livro custou 50 golpes é o livro mais caro da estante!

Paris Geller (Um personagem nervoso)




O comportamento de Early do livro Em Algum Lugar nas Estrelas, da Clare Vanderpool como "menino estranho" não é descrito com nenhuma sindrome. A síndrome de Asperger, uma forma branda de autismo só seria descoberta muito tempo depois da Segunda Guerra o que deixou a história do personagem com um pouco mais de levesa apesar dos problemas que ele aparentava em seu comportamento.

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Maira Gall