31 agosto 2017

Porque eu não aderi ao BEDA nesse ano.


Nesses dias do mês de Agosto eu iria deixar o Lado Milla desatualizado.

O motivo de eu ter falhado miseravelmente foi a Minha Primeira Experiência com o Turista Literário. Tagarelei sobre o mês de Julho e esqueci de escrever sobre um momento insano que tive na livraria quando comprei uma Trilogia com capa dura... 

Nesses dias, eu senti necessidade de esquecer, virar a página, mudar o disco e mudar de assunto... Escrevi: Sobre a série Pretty Little Liars que terminei de maratonar no mês passado; Sobre as musicas que ouvi para o #cançãodesegunda; Sobre o ultimo filme que vi no cinema O Filme da Minha Vida depois de um passeio despretensioso no shopping e escrevi uma resenha sobre o livro Ecos da autora PAM MUÑOZ RYAN que eu li. Para "mascarar" a minha desmotivação em escrever nesses dias... 

O auge da minha falta de motivação para escrever foi na semana passada. Fiz um rascunho para escrever um texto sobre o dia do Psicólogo. Estava procurando nos meus textos anteriores que eu escrevi sobre os meus semestres, estágios, o "terrivel" Trabalho de Conclusão de Curso e coloquei algumas fotos da minha formatura para ilustrar o post... Quando o texto estava pronto eu desisti de postar no blog e exclui.

Também tem sobrado tempo. Porém falta energia. A minha atual situação de desempregada recém-formada tem mexido com a minha cabeça de um jeito maluco: O primeiro semestre do ano de 2017 já terminou e não consegui dar inicio aos meus projetos pessoais. Esses projetos que temos quando nos formamos:
  • Começar a minha pós graduação;
  •  Arrumar um emprego;
  •  Comprei mil livros;
  •  Entrar na academia;
  •  Por em dia as minhas leituras atrasadas;
  •  Maratonar as minhas séries favoritas;
  • Estudar para os concursos públicos da área de Psicologia; 
  •  Viajar: Curitiba/PR, POA/RS, Cuiabá/MT, Joaçaba/SC...
Escrevi a minha primeira "carta de motivação" para um trabalho dos sonhos e fiz uma revisão constante do meu currículo. Porém, o trabalho ficou somente nos meus sonhos mesmo...


O sono está em ritmo de férias #desregulado. Estou dormindo tarde e acordando depois do 12:00... Depois de estar escrevendo sobre isso percebo o porque da minha falta de energia... Não estar ocupando o meu tempo faz com que eu tenha pensamentos ansiosos deixando espaço para as crises de ansiedade. 

Eu funciono melhor a 1.000 por hora  foi assim que eu participei dos dois ultimos B.E.D.A´s em 2015 apresentação do TCC e em 2016 ultimo ano da faculdade e no mês de Dezembro teve até uma Blogagem Especial de Final de Ano



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30 agosto 2017

RESENHA: ECOS - PAM MUÑOZ RYAN


ECOS,é um lançamento da DarkSide Books, é a primeira Editora do Brasil dedicada ao terror e à fantasia A editora criou uma coleção Darklove com histórias sobre a força feminina na literatura. Escrito pela autora Pam Muñoz Ryan, uma norte-americana com dezenas de premiações. Ecos por exemplo tem 8 premiações nas costas. Vencedor do Newbery Honor Award e primeiro lugar nos mais vendidos do New York Times, A autora escreve livros especialmente voltados para o público infanto-juvenil, mas suas histórias apaixona todas as gerações de leitores.

A Segunda Guerra Mundial, foi um dos grandes momentos da história da humanidade e tem servido de inspiração para autores de muitas gerações, e provavelmente continuarão sendo ao longo da história. Essa guerra durou seis anos, mas teve toda uma preparação até chegar ao estopim, e foi tão intenso, como se tivesse durado séculos: E sabe o que provoca essa inspiração? A intolerância humanitária e o grande número de pessoas mortas. O livro ECOS, se debruça sobre esse momento vergonhoso da humanidade. São histórias que facilmente poderiam ter acontecido na época da Segunda Guerra Mundial. Porém, ela coloca uma pitada de realismo mágico, pronto para nos fazer rir, torcer, chorar.


Ecos (Echo)
Autora: Pam Muñoz Ryan
Editora: Darkside Books
Ano: 2017
Classificação:⭐⭐⭐⭐⭐




“ Seu destino ainda não está selado. Até na mais sombria noite uma estrela brilhará, um sino soará, um caminho será revelado.

Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. As três princesas tinham uma relação intensa com a música, algo brilhante, único. Após a morte do rei, o irmão das princesas que agora era rei, decide ir encontrá-las. Entretanto, uma bruxa amaldiçoa as jovens garotas da seguinte maneira:
"Chegaram aqui por uma mensageira.Devem partir da mesma maneira.De forma humana não sairão.Seus espíritos como o vento soprarão.Salvem uma alma à beira da morteOu aqui definharão á própria sorte." (Prólogo)
Após ler sobre a maldição, o jovem Otto começa a perceber que está tarde e que ninguém consegue acha-lo. Ele triste com a possibilidade de não voltar para casa, começa a entrar em pânico. Porém, três jovens garotas, semelhantes a do livro se aproximam e começam a acalenta-lo e ao fim lhe entregam uma gaita. Ao longo dos anos, o instrumento chega à mão de novos donos: 

1. Friedrich, que nasceu com uma mancha no rosto de nascença vê o sonho de se tornar músico interrompido pela ascensão do nazismo;

2. Mike Flanery, um jovem pianista prodígio que vive num orfanato e luta para não ser separado do irmão caçula;

3. Ivy Maria Lopes, uma filha de imigrantes mexicanos que cuidam de uma casa de japoneses enviados a um campo de concentração dentro dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial. 


OUTUBRO DE 1933 - TROSSIGEN, BADEN-WÜRTTEMBERG - ALEMANHA 


A história avança, agora para a época da Alemanha Nazista. Hitler acabara de se tornar chanceler e o Nazismo começa a se estabelecer naquele país. Conhecemos a história do jovem Friederich, ele tinha uma pequena deficiência em seu rosto, o que acabou afastando-lhe dos estudos. Seu pai e tio trabalhavam em uma fábrica de Gaitas, e ele então começou a ir até lá. Os operários gostavam bastante dele, gostavam de ensina-lo, visto que ele não ia à escola. Um dia, ele circulando pela fábrica, encontra uma gaita diferente das outras. Foi amor á primeira vista. E toda vez que ele tocava com essa gaita, todos ao seu redor eram possuídos por uma chama de amor única. 

Porém, as coisas não estavam ficando boas na sua família. sua irmã mais velha entrou para a juventude Hitlerista e seu pai que achava que aquilo não casava com seus princípios e acabou sendo preso. Então, seu tio pensou num plano de fuga. Será que iria dar certo? 



JUNHO DE 1935 - CONDADO DA FILADÉLFIA, PENSILVÂNIA - ESTADOS UNIDOS 

A história segue para dois anos depois, agora nos Estados Unidos, onde muitos jovens iam parar em orfanatos, ou abrigos religiosos, entre eles, os irmãos Mike e Frankie, que depois de perder seus pais, sua vó os criou, ensinando-lhes música. Porém ela ficou muito velha e não tinha mais condições de cria-los, levando-os a um único abrigo da região que possuía um piano. Eles não queriam se separar, porém tudo estava congregando para que isso ocorresse, até porque a diretora do abrigo queria que o irmão mais velho trabalhasse e se o mais novo não fosse adotado, ia para um orfanato estadual, que era muito pior do que o lugar em que eles estavam. 

Mas parece que a sorte viria aos jovens, que acabaram sendo adotados. Como eles não tinham vestimentas, em um dos dias saíram para compra-las e pararam numa loja de música. Lá, Mike encontrou uma gaita única e diferente de tudo que tinha visto e levou-a pra casa. Toda vez que ele tocava, as almas das pessoas se remexiam de tanta beleza em cada nota entoada. Era única. Tudo para esses jovens pareciam estar bem, na verdade, quase tudo, visto que a pessoa que os adotou parece que não queria eles por lá. E agora?



DEZEMBRO DE 1942 - SUL DA CALIFÓRNIA - ESTADOS UNIDOS 


Agora a história avançou para dentro da Segunda Guerra Mundial, pouco depois do ataque dos japoneses a Pearl Habor. Muitas pessoas morreram, e o ódio pelos japoneses crescera entre os americanos, mesmo aqueles que lutavam junto com eles na Segunda Guerra Mundial. Com isso, muitos japoneses que possuíam terras nos Estados Unidos, ou eram obrigados a vender, ou entregavam a norte americanos e eram enviados a campos de concentração (Sim, nos Estados Unidos também haviam campos de concentração, apesar de ser de outra perspectiva). Nesse contexto, a família de Maria Lopez, imigrantes mexicanos, foi enviada para o sul dos Estados Unidos para cuidar das terras de uns japoneses que foram para o campo de concentração e o mais jovem da família oriental, foi enviado para ajudar na guerra. 

A proposta é que se a família cuidasse bem da terra, poderia ficar com uma parte dela. E assim conhecemos mais desses imigrantes mexicanos, e de Ivy Maria Lopez, uma garotinha que vivia no mundo da lua, mas que tinha um amor enorme pela música. Certo dia, ela encontrou uma gaita especial, antes de se mudar para o Sul da Califórnia. Quando ela tocava, os corações das pessoas ao seu redor se acalentavam. Inclusive o do seu irmão que também foi enviado para guerra. 

A vida dessa família parecia que tinha melhorado, apesar de que ela estudava em um anexo da escola principal da cidade, por ser imigrante, muito comum naquele período. Porém, isso não impedira dela tentar fazer parte da orquestra da escola que ficava no prédio principal. Ou seja, esse não era um grande problema para ela. Pior, era o fato deles cuidarem de uma terra de japoneses. Afinal, era comum eles chegarem e verem tudo revirado, com pichações que diziam "voltem para seus países japoneses". E por mais que eles tentassem, as pessoas depredavam aquele local. Então, eles tinham medo de que quando o dono daquela terra voltasse da guerra, não assinasse o documento e os expulsasse de lá, achando que eles não tinham cuidado direito. Ou ainda, eles tinham mais medo de que a população local, arranjasse um pretexto para tirar aquelas terras da mão dos japoneses (Se fosse descoberto alguma coisa que indicasse espionagem, isso acontecia). Será que aquela guerra iria trazer uma instabilidade eterna para os Lopez?

Personagens com dramas diferentes, mas um amor transformador pela música. Cada um à sua maneira, eles são afetados pela magia das três irmãs.


Antes de escrever sobre as minhas conclusões do livro Ecos quero escrever sobre a minha primeira experiência sensorial proposto pelo Turista Literário "uma experiência sensorial única que leva o leitor para uma viagem pelo universo literário onde um livro é ambientado".


➡️ Item para estimular a visão 👀 Livro: Ecos, de Pam Muñoz Ryan;⠀
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➡️ Item para estimular o olfato👃 e o tato 👋 Gaita mágica - cordão | O pessoal do Turista materializou uma versão da gaita que une todos os períodos da história para que possamos sempre levá-la e lembrar seu significado. Para estimular o olfato e o tato, o cordão está repousado em cima das cascas do tipo de árvore conífera que compõem a Floresta Negra;⠀
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➡️ Item para estimular o paladar 👅 Bolo de Tentativa | o item se remete à uma passagem do livro, onde a personagem conta que seu pai insistia que todos comessem bolo depois de grandes testes e antes do resultado, para comemorar a tentativa; Eu inclui um chá para tomar enquanto eu comia um bolinho.

➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify; A darkside foi a editora pioneira em criar uma playlist para cada livro com musicas que ajudam ambientar a história. Eu sempre gostei de ouvir musica enquanto estou lendo escolhia surf-music por ter uma melodia mais calma... Ouvir blues enquanto faço as minhas leituras é uma experiência única!

➡️ Souvenir de viagem 💝 Fones de ouvido (melhor item!); Para acompanhar toda a viagem onde a música move a vida dos personagens. No mês passado, o meu headphones estragou e estava usando o meu fone reserva (rosa escândalo).

➡️ Conteúdos extras 💏Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.

Ao terminar cada história o coração fica apertadinho... Deixando o leitor com um ponto de interrogação (?) até o final das três histórias a própria autora falou sobre a dificuldade de tecer ambas. Geralmente eu leio nas madrugadas e ficava aflita a cada final de capitulo. chorei com os personagens: FriedrichMike Flanery e seu irmão caçula; e Ivy Maria Lopes. Pois histórias como essas ocorreram na vida real, que a segunda guerra foi capaz de dizimar famílias, levar crianças ao sofrimento dos campos de concentração, ficarem órfãs, não terem escolhas.

Porém, a autora  conseguiu integrar três coisas maravilhosas nesse livro: Música, História e Realismo Fantástico. A melodia  das musicas clássicas estiveram no decorrer da história de cada personagem do inicio ao fim.

A literatura nada mais é que  Histórias que tocam em nossas almas, apertam nossos corações e entregam ele renovado, revigorado. Pronto para as nossas jornadas da vida.  E isso a coleção Darklove sabe fazer "horrivelmente" bem.

E essa edição da Editora Darkside Books dá um toque especial. Com a capa fazendo referência a floresta onde as jovens estavam trancafiadas, quase como um convite para nós leitores entrarmos na história, além dessa coloração de laranja neon, especial para a edição, que é quase impossível de não notar esse livro em qualquer lugar. Sem contar a diagramação, páginas que separam os capítulos e a partitura de algumas músicas citadas no livro.


ECOS é o terceiro livro da coleção Darklove que leio. Diferente dos outros livros a autora quebra seu coração em pedacinhos três vezes e te deixa com um ponto de interrogação (?) até o final das três histórias a própria autora falou sobre a dificuldade de tecer ambas. Geralmente eu leio nas madrugadas e ficava aflita a cada final de capitulo. A autora consegue se redimir no ultimo capitulo tecendo um grande final para os personagens FriedrichMike Flanery e seu irmão caçula; e Ivy Maria Lopes. O resultado foi um final digno de um grande espetáculo de sons.

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24 agosto 2017

Semana 27: Coisas legais para se fazer nas férias:



Sou uma recém-formada e desempregada e estou desfrutando o meu merecido descanso... Bom, aproveitando esses dias de folga sem muita responsabilidade vou aproveitar para fazer todas as aquelas coisas que ficaram pendentes ao longo dos meses e agora não posso deixar passar. 

Por isso, essa semana no projeto 52x5 farei uma lista de: 05 coisas legais para se fazer nas férias!


IR A PRAIA:



"Quando a gente fica em frente ao mar a gente se sente melhor..." concordo com o Nando Reis quando ele canta essa canção. Uma simples caminhada na Beira do Mar já me sinto revigorada.

LER OS LIVROS QUE ESTÃO ACUMULANDO NA  ESTANTE:



No inicio de 2017, eu tenho um projeto pessoal de "Ler um livro por mês = 12 livros" Até esse mês de agosto eu li 08 livros. Eu li outros livros recém comprados mas, muita leitura ficou na prateleira dos "livros não lidos". Resumindo, vou ter dias livres para ler os meus livros.

FOTOGRAFAR


Quero sair mais para fotografar e fazer as minhas famosas "saídas fotográficas". Fotografei bastante durante esse ano embora tenha fotografado muito menos que eu gostaria.... Usar o tempo de folga para fotografar por ai aproveitando que irei viajar...

 VIAJAR:


Moro em uma cidade turística e faço o caminho inverso dos "turistas" que vem para a minha cidade e vou para alguma cidade pequena por questão de necessidade mesmo... Novos ares, novas pessoas e pensamentos que só a estrada te proporciona.

DORMIR


Desligar o despertador e colocar o sono em dia como só os momentos de folga pode proporcionar para os pobres mortais.


 E ai, quais são as coisas mais legais que vocês fazem nas férias?

22 agosto 2017

T de TAG: Filmes x séries


Hoje é Terça- Feira.E nas terças, teremos o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s na qual eu fui tagueada(ou não).



Hoje vim responder a TAG Filmes x Séries criada pela Júlia. Essa TAG consiste em responder perguntas sobre o tema. Vamos lá:


1 - Se esse fosse o último dia pra ver uma série ou filme,qual você escolheria?

No momento atual:  A série How Met Your Mother, estou viciada nela, comecei ver a 8°temporada e ultima essa semana.

2 - Se você tivesse que escolher um personagem para lutar em um apocalipse zumbi qual você escolheria? Ele é de um filme ou série?

Como não assisto nada relacionado a zumbi, vou escolher um de uma série que eu assisto. Portanto,  A  Spencer Hastings do seriado Pretty Little Liars. Ela é a mais inteligente do grupo das Liars seria divertido ver ela lutando e correndo em meio a um apocalipse zumbi.


3 - Sua vida se resume mais em um filme ou uma série?


Tenho assistido bem mais séries. Portanto, uma série.


4 - Qual seu filme favorito?

Intouchables (Amigos Improváveis (título em Portugal) ou Intocáveis (título no Brasil)) é um filme francês biográfico e de comédia dramática, escrito e realizado por Olivier Nakache e Éric Toledano, com François Cluzet e Omar Sy nos principais papéis. O filme aborda a relação de um multimilionário tetraplégico e do seu peculiar auxiliar de enfermagem, baseado no livro autobiográfico de Philippe Pozzo di Borgo, Le Second souffle O filme assim como o livro são baseados em fatos reais. Foi o filme mais visto na França em 2011, assistam. Segue o trailer:



5 - Qual sua série favorita?

Gilmore Girls (Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha como conhecida em português) é uma série do canal americano CW que ganhou popularidade mundial no começo dos anos 2000. Criada por Amy Sherman-Palladino e estrelada por Lauren Graham e Alexis Bledel, A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai Victoria Gilmore (Lauren Graham) e sua filha Lorelai "Rory" Leigh Gilmore (Alexis Bledel) que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais.


 6 - Uma série que quer muito ver?

Estou curiosa por Atypical é uma série norte-americana de comédia dramática original Netflix, conta a trama de um garoto portador de autismo. Tendo apenas uma temporada, com oito episódios.Tenho visto várias pessoas elogiando.

7 - Um filme que quer muito ver?

 O filme Extraordinário; Auggie Pullman (Jacob Tremblay) é um garoto que nasceu com uma deformação facial. Pela primeira vez, ele irá frequentar uma escola regular, como qualquer outra criança. No quinto ano, ele irá precisar se esforçar para conseguir se encaixar em sua nova realidade.

8 - Uma série e um filme que você assistia ou assistiu mais de uma vez?

Os intocaveis eu amo esse filme! Eu ja assisti mais de 1000 vezes e assistiria outras 1000.

9 - Indica alguma série ou filme?

Não sei...


Gostaram das minhas respostas? Concordam ou discordam de alguma coisa que eu disse? Deixe ai nos comentários, mas sejam bonzinhos, porque essa é só a minha opinião pra vocês me conhecerem melhor. Não vou indicar ninguém pra tag, mas quem quiser sinta-se à vontade para responder também.





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17 agosto 2017

Semana 26: Se eu pudesse trocar de profissão, eu seria:

Então a metade, ou seja, 26 semanas (ou 6 meses) do Desafio 52 Semanas, chegou… O tempo passa!


Quando eu era criança, a pergunta "O que você quer ser quando crescer?" sempre me causava um frio na espinha porque eu nunca fui uma criança com muitas habilidades & dons como os meus coleguinhas... E eu nunca sabia responder a não ser um sonoro "Sei lá!".

Já no ensino fundamental, eu conheci além das professoras outras profissionais (coordenadoras e psico pedagogas) que observavam o comportamento dos alunos no ambiente escolar. Eu sempre gostei do comportamento humano e sempre quis trabalhar com crianças #me-identifico em 2013 eu realizei esse meu grande sonho.

Estagiaria de Psico.Escolar


FOTÓGRAFA 


Sou formada em tec. de fotografia e faço alguns trabalhos de freela... Gosto de fotografar natureza e espetáculos (shows, peças de teatro, danças...). Porém, hoje em dia com os celulares cada vez mais tecnológicos a fotografia perdeu o seu glamour os profissionais de fotografia estão cada vez menos sendo valorizados.

SER DONA DE UMA LIVRARIA (ou pelo menos trabalhar em uma)


Eu amo livros! E conhecer um pouco mais desse universo da literatura é instigante para qualquer pessoa que ama livros e tudo sobre esse universo literário.

ESCRITORA


Eu sei que nesses ultimos tempos eu não estou escrevendo nada... Andei danndo um tempo nos textos mais pessoais. Mas se acaso eu escrevesse um livro com as minhas mazelas que escrevo aqui no blog parafrazeando aquela canção de Clarice Quem vai comprar esse livro / Sobre uma pessoa só?

CRITICO DE CINEMA


Ser convidada para a pré estréia dos filmes/seriados e ser paga para a dar a minha opiniao super valorizada sobre o filme. Que a minha presença tenha sido deputadissima para assistir o filme. Que sonho!


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16 agosto 2017

Filme: O Filme da Minha vida (2017)


Serras Gaúchas, 1963. O jovem Tony Terranova precisa lidar com a ausência do pai, que o deixou e também sua mãe para voltar a viver na França. Professor de francês num colégio da cidade, ele convive com os conflitos dos alunos no início da adolescência e vê o desabrochar de moças como a encantadora Luna.

Apaixonado pelos filmes que vê no cinema da cidade, Tony faz do amor e do cinema suas grandes razões de viver. Até que a verdade sobre seu pai começa a vir à tona e o obriga a tomar as rédeas de sua vida.


O Filme da Minha vida (2017) é o terceiro longa de Selton Mello como diretor. Os anteriores foram Feliz Natal (2008) e O Palhaço (2011). Aqui, acompanhamos a história de Tony (Johnny Massaro), que após estudar fora retorna à sua terra natal. Mas no mesmo trem em que ele retorna, o seu pai, Nicolas (Vincent Cassel), vai embora de volta para a França, de onde veio, sem dizer nem por que, nem quando ou se voltará. O que causa grande confusão na vida de Tony. Como é uma cidade pequena e todo mundo se conhece, o fato fica conhecido e acaba atingindo também a vida de outros personagens.


A fotografia e as composições do filme, principalmente nas cenas em que aparece a mãe de Tony, Sofia (Ondina Clais), lembram O Espelho (Zerkalo, 1975), de Tarkovsky; as roupas e até a aparência da personagem remetem à produção do cineasta russo. O que é bem interessante e viável, pois o filme trata bastante de memórias e chega em determinados momentos a ter uma pitada de poesia. Porém, sem a mesma profundidade que Tarkovsky busca, já que não é essa a intenção do filme.


Em contraste com isso, a personagem Luna (Bruna Linzmeyer) parece ter saído de uma produção do diretor Wes Anderson. Olhos grandes, visual “comportadinho”, com sonhos de viver entre as estrelas espaciais e de cinema (em contraponto com a irmã mais velha a personagem de Bruna Arantes que se arruma bastante e participa de concursos de beleza).

Em uma das falas do filme, A Luna (Bruna Linzmeyer) diz que enquanto a irmã estava viajando foi como o tempo tivesse parado... isso explica a infantilidade dos seus primeiros monólogos no inicio do filme. A irmã mais velha tinha um papel tão importante para Luna quanto da figura paterna para o personagem principal Tony Terranova.

A personagem Luna (Bruna Linzmeyer) Passa boa parte do seu tempo tirando fotos artísticas. Coisa mais hipster, impossível. Talvez só se ela fizesse isso tudo em pleno século XXI. Aliás, o filme traz também, sem a necessidade de expressar isso em palavras, um universo típico dos anos 1950 / 1960, com a sempre constante presença do rádio nas cenas e comentários sobre a chegada da televisão ao Brasil.


Selton Mello, além de diretor, encarna Paco, que contrasta totalmente com a figura de “bom moço” que ele tem fora das telas. Seu personagem é o típico “macho alfa” que tem barba, bebe aos litros e até “fede um pouco”, como diz uma das personagens. Ele interpreta até bem, mas essa personificação pregressa que nós temos dele atrapalha um pouco. Um dos comentários interessantes do seu personagem é dizer que “televisão é algo para bobo ficar olhando e que não vai pra frente”. Bem típico de alguém como ele.


Diferente do personagem de Selton Mello, Rolando Boldrin, que interpreta o maquinista Giuseppe, responsável por guiar o trem, encaixa perfeitamente com o músico, ator e apresentador de televisão brasileiro. Pois é uma figura que observa tudo que acontece entre as duas cidades em que se passa o filme e, consequentemente, tem muita história, ou melhor, “muitos causos” para contar. Sabe de tudo que acontece entre e por cima dos trilhos.

O mais interessante do filme O Filme da Minha vida foi a maneira com que ele trata a relação de pai e filho; interessante como a figura paterna tem uma relação forte na nossa personalidade. A figura Paterna representa lei e ordem se torna o espelho do que seremos algum dia. O sumiço do pai no filme tem a ver não com ela desaparecer literalmente, mas sim com o momento em que precisamos nos tornar nós mesmos. O momento em que devemos deixar os passos de nossos pais e seguir o nossos próprios. Além de necessitar de uma quebra dessa figura idealizada que costuma existir na nossa cabeça.

Em uma das falas do filme, o personagem Paco diz que a diferença entre o porco e o homem é que o segundo sabe o que é, e o que quer. O porco é só porco e nem sabe o que é isso. O filme mostra então um protagonista que busca um lugar dele mesmo. Primeiro profissionalmente, escolha que foi, aparentemente, maior parte por decisão dos pais do que dele próprio. Principalmente por ter escolhido lecionar logo francês, que é a língua do país de origem do seu pai. Em seguida, sua relação com mulheres, formação de uma família, e coisas do tipo.

Selton Mello acerta a direção na hora de dosar o tom do filme, misturando drama, comédia, lirismo e liberdade poética. No terceiro ato, as coisas dão uma esfriada e nós, como espectadores, gostaríamos que os personagens tivessem reações diferentes do que eles tomam. Mas, dentre tudo que foi construído durante todo o longa, o que vemos em termos de ação e reação faz sentido.
Avaliação:✭✭✭✭✭

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14 agosto 2017

ENTREVISTA COM A AUTORA: Pam Muñoz Ryan


Em sua história épica Ecos, Pam Muñoz Ryan tece três histórias de jovens que vivem um período tumultuado no século 20: Friedrich Schmidt, de 12 anos, em 1933, Alemanha, quando o Partido Nazista ganha força; Mike Phannery, de 11 anos, órfão, em 1935, Filadélfia durante a Depressão; E Ivy Maria Lopez morando no sul da Califórnia em 1942 quando a Segunda Guerra Mundial toma conta. Suas histórias giram em torno de uma única harmônica Hohner Marine Band e são enquadradas por um conto de um menino perdido, três irmãs e uma maldição de bruxa.

Aqui Ryan discute as origens da história, como ela cresceu e as reviravoltas inesperadas que tomou.


Esta é uma grande mudança para você, não é? O que a levou à essas três histórias?

​PMR: É uma grande mudança. Eu não planejei assim no começo. Eu estava pesquisando o que eu pensava ser o meu próximo livro: um caso judicial pouco conhecido, Roberto Alvarez vs O Conselho de Curadores do Distrito Escolar Lemon Grove, a primeira decisão bem sucedida do tribunal de segregação escolar da nação.

​Como a temática de seu livro mudou de forma tão dramática?

PMR: Eu fui para Lemon Grove, no East San Diego County. Olhando através de anuários escolares, encontrei uma foto de uma aula; Metade dos alunos estavam com os pés descalços e cada criança estava segurando uma gaita. A bibliotecária havia frequentado a mesma escola, e seu irmão estava naquela foto. Então eu descobri a banda Philadelphia Harmônica Band, de Albert Hoxie, uma banda de 60 membros. Quando comecei a pesquisar esse grupo, notei que, nas fotografias, os membros da banda estavam todos segurando gaitas Hohner Marine Band.

Isso me levou ao caminho da harmônica Hohner. As situações [que eu estava explorando] levaram a uma menina que poderia ter tocado a harmônica [e o caso Lemon Grove inspirou muitas das circunstâncias de Ivy] e a outra criança - um menino - que poderia ter participado da banda de Hoxie, que tinha muitos órfãos nela [como meu personagem Mike]. Até que eu fui à fábrica de Hohner, e aprendi que eles tinham aprendizes infantis [como Friedrich]. O que eu pensava ser um pequeno conto, acabou sendo esse livro gigantesco.

​A Segunda Guerra Mundial definitivamente molda sua sombra sobre a vida dessas três crianças.

PMR: A princípio eu não queria escrever um livro que se passasse na guerra. Quando comecei a pesquisar a fábrica de harmônicas Hohner na Alemanha, naquele período eu tropecei com uma lei sobre crianças que tinham doenças hereditárias. Parte do que fez a história de Friedrich interessante é que não ouvimos sobre o que aconteceu com as pessoas que não pareciam "perfeitas", incluindo alemães. [Friedrich, o aprendiz da fábrica de gaitas tinha uma marca de nascença facial grande e de cor vinho].

​Como você fez para não se perder nas as três histórias, seus temas e as questões em cada uma?

​PMR: Com um quadro gigante de dois metros! Eu tinha que conseguir um para o meu escritório, para manter tudo em uma linha, registrando os meses do calendário e os temas que atravessam cada história. Um tema em todo o livro foi o armazenamento de [pessoas]; Mulheres no conto de fadas e na história de Friedrich, qualquer um que se opôs a Hitler e, claro, mais tarde, os judeus. Na história de Mike, são crianças [nos orfanatos], e na história de Ivy, japoneses americanos. Eu tive que manter esses temas recorrentes numa só linha, e lembrar de amarrar os tópicos enquanto eu movia cada história.

​Uma das citações mais bonitas na história de Friedrich é quando ele antecipa sua audição para o conservatório: "Como ele poderia querer algo e temê-lo tanto ao mesmo tempo?".

​PMR: A história de Friedrich é tanto sobre a desilusão dos sonhos. Em sua mente, ele pensou que ele poderia ter ido para o conservatório, mas ele ainda teria ficado lá em sua cidade. Sua maior preocupação foi a audição, mas há algo maior [Hitler] que põe em risco toda a sua existência.

Na história de Mike, [a mãe adotiva] é quem está completamente desiludida pelas circunstâncias de sua própria vida - há outro tema sutil sobre as mulheres sendo reprimidas. Muitas questões societárias [foram abordadas no livro], e eu tive que apresentá-las com naturalidade.

Há a maravilhosa citação na história de Mike, quando o menino passa pela loja de música que se conecta com a jornada da harmônica: "Não é maravilhoso! A música está apenas esperando para escapar de todos esses instrumentos ".

PMR: Essa era a ideia, tanto quanto meu livro The Dreamer, sobre Pablo Neruda. Sua premissa era que sua essência tangível viaja com suas ferramentas, com qualquer coisa que você usou com suas mãos. Adoro a ideia de que a harmônica carregou algo positivo e auto-afirmativo com ela de pessoa para pessoa ... essa sensação de bem-estar eufórico. Parecia tão bonito. Eu queria essa levar essa ideia através do livro.

​Conte-nos sobre o conto de fadas como uma forma de unir as três histórias.

PMR: Desde o momento em que os leitores conhecem o Otto, as três irmãs e a maldição da bruxa, queria que os leitores suspendessem a descrença. Ao combinar as três histórias dentro de um conto de fadas tradicional, eu estava dizendo aos leitores: "Venha comigo e acredite ... há coisas assustadoras e difíceis. O livro é uma floresta escura, mas chegaremos ao fim ... ".






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10 agosto 2017

Semana 25: Tenho aflição de:


Projeto 52X5 . Explico melhor o projeto nesse post aqui



Aflição
Substantivo feminino
1. Estado daquele que está aflito.
2. Sentimento de persistente dor física ou moral; ânsia, agonia, angústia.



1. baratas voadoras
A barata em si, já é um inseto nojento e o fato de alguns desses insetos voarem já me causam aflição...

2. barulho de talheres
Rolou até um arrepio (ruim) aqui. Sempre que ouço esse barulho perturbador não importa o tamanho da minha fome, eu paro imediatamente o que tô fazendo e me coloco em posição fetal até o barulho cessar. E ele sair da minha mente.

3. TV alta
Quando a gente aumenta um volume, seja da TV, seja de uma música, é porque estamos dispostos a escutar barulho, mas quando somos forçados a conviver com eles é uma tortura sem fim. Parece que você escuta sons que jamais escutaria se você tivesse disposto a escutar.

4.Gente que come de boca aberta
Pouca coisa me deixa tão aflita quanto conseguir ouvir outra pessoa mastigando. A minha vontade realmente é bater a cabeça contra a parede até o barulho parar.

5. Conversar sobre a prova nos instantes antes e depois
Isso me deixo nervosa, ansiosa... me dá aflição.


Quais são as coisas que
  lhe causam aflição??? 




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